Breves considerações sobre o revisionismo e o novo livro de Faye, passando pelas inquietações do Flávio.
Julho 22, 2007, 8:54 pm
Filed under: Em foco

Flávio, um dhimmi desavergonhadamente assumido, enfrenhado que está na sua mui quixotesca peleja contra os identitários, voltou recentemente a pespegar, qual mania obsessiva, em risco de se tornar caso patológico irreversível, no nome daquele que ele embicou como sendo uma sorte de “Guru” dos identitários europeus.

Ora, o incontornavelmente mediático Guillaume Faye, excelsa figura do pensamento político contemporâneo, o qual publicamente homenageio com este blog, foi novamente presenteado com uma referência, entre inúmeras, no confuso espaço internético do Flávio, desta feita através de um artigo em língua francesa redigido por uma figura que admiro particularmente pela sua tenacidade e persistência, mesmo após terem atentado contra sua vida, em divulgar aquela que é quiçá a mais difícil, para não dizer perigosa, disciplina da História, o revisionismo histórico referente à II Grande Guerra Mundial. Refiro-me ao Professor Faurisson, figura que dispensa apresentações e cuja demanda pela verdade histórica lhe valeu um injusto anátema social.

Faurisson redigiu um exaltado artigo, logo, carente da necessária objectividade, sobre a mais recente obra literária de Faye ousadamente intitulada «La nouvelle question juive» (A nova questão judaica), um livro extenso de 400 páginas onde, bem ao estilo que o caracteriza, Faye coloca o dedo na ferida, uma ferida não-cicatrizada e tão propícia a provocar celeuma, mas que não se pode lidar dogmaticamente ad eternum, ou simplesmente desviando o olhar como se desse modo tamanha e tão crucial questão caia no esquecimento.

Sem peias ou circunlóquios Faye aborda desde todos os ângulos a problemática que persiste em envolver os povo hebraico. Muito naturalmente a questão do revisionismo histórico foi explorada de idêntico modo, desferindo o politólogo gaulês severas criticas a determinada prática revisionista que prima pelo primarismo provocador, carente de bases historicamente cientificas, quando não, e de forma inconsequente, colado ideologicamente para indelével prejuízo de todos aqueles que de maneira desapaixonada dedicam as suas vidas ao estudo da História contemporânea.

Como quem estas linhas escreve não teve ainda oportunidade de ler este livro de Guillaume Faye, não irei tecer outras observações que não apresentar sucintamente algumas ideias pessoais sobre o tema do revisionismo em geral, e que me parecem ser coincidentes precisamente com aquilo que Faye exprobra.

Defensor indefectível que sou da mais absoluta liberdade de expressão, encaro o revisionismo histórico como uma natural prossecução do estudo da História, considerando inaceitável e atentatório de um direito humano básico que é o direito à informação, de informar, de aprender e conhecer. Todos aqueles que são perseguidos e judicialmente condenados pelas suas ideias ou por apresentarem uma versão histórica distinta da versão oficial são merecedores do meu maior respeito e solidariedade. Sejam quais forem os episódios históricos, é inconcebível que não se possam legalmente abordar abertamente os mesmos. Não existem, e jamais existirão, verdades absolutas na História. Esta é construída pelo Homem e pelo Homem alterada. Deplorável é condenar alguém por acreditar e veicular uma opinião ou versão histórica alternativa, na mesma medida em que se torna risível observar e criticar factos passados mediante os padrões culturais e mentais da actualidade.Isto leva-me à inevitável conclusão que por vezes o que é legítimo não é legal e o que é legal por vezes não é legítimo.

Por outra parte, e atendendo a conversas que mantive e mantenho com diversos amigos e conhecidos, volto a reiterar uma ideia que alimento há algum tempo para cá. O revisionismo histórico apenas e somente deverá ser ministrado por indivíduos academicamente credenciados. Se se deseja o reconhecimento público do revisionismo, enquanto disciplina integrada no âmbito da ciência histórica, torna-se então absolutamente imperioso que este obedeça a critérios mínimos de seriedade.

Acresce a isto verificar que o revisionismo padece de um crónico “calcanhar de Aquiles”, nomeadamente a sua colagem, involuntária em muitos casos, ao movimento nacional-socialista actual, que persiste na demanda pela recuperação e limpeza de imagem, indiscutivelmente manchada pelo processo de desnazificação iniciado em 1945, e ainda em curso. Se por um lado os nacional-socialistas são obviamente parte interessada no sucesso da historiografia revisionista, não deixa de ser globalmente lesivo para o revisionismo ver-se ideologicamente agregado. É frequente encontrarem-se nas páginas de internet nacional-socialistas artigos revisionistas. No dilema entre não conotar o trabalho revisionista com a recuperação da ideologia hitlerista a tendência recai invariavelmente na tentativa em apresentar um nacional-socialismo inocentado em relação às acusações de que é alvo, sempre sustentada nas investigações de revisionistas, sejam estes historiadores ou não. 

Um exemplo cabal daquilo que precisamente não deve ser posto em prática está patente na página Grupo DIRLIP, desastradamente alimentada pelo Flávio. Não sendo ele nacional-socialista, pelo contrário afirma-se como um nacionalista de esquerda (que me corrija se estou equivocado), obsequia quem acede à dita página com artigos de índole revisionista à mistura com artigo glorificante das Waffen SS, uma alusão a Ahmadinejad entre algumas recensões a livros sobre o Integralismo Lusitano ou até sobre Homem Cristo Filho, introdutor do ideário fascista em Portugal. Perante tal vozearia politicamente incorrecta ressalta acima de tudo que se o intuito primário do Grupo para a Divulgação do Revisionismo em Língua Portuguesa contribuiu essencialmente para os adversários do revisionismo uma outra vez asseverarem que este resulta apenas de uma manobra para branquear a história do III Reich, em claro desserviço para o esforço empregue pelos estudiosos revisionistas.

Perante isto, e porque não quero arvorar-me em moralista, ainda que reservando o meu direito em divergir do que bem me apeteça, não tenho qualquer dúvida, mesmo não tendo ainda lido o novo livro do sempre polémico Faye, que as criticas que já lhe foram desferidas, bem como aquelas que se seguirão, carecem de substância na exacta medida em que muitas são por certo urdidas por aqueles que, desde as suas “torres de marfim”, «permanecem na obscuridade da sua ignorância imanente», para utilizar esta tão contundente quanto exacta expressão do meu bom amigo Miguel Jardim.


47 comentários so far
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Excelente texto, pela coragem e lucidez demonstradas.
Um bem-haja!

Lamenta-se sempre que as pessoas critiquem um livro sem sequer o terem lido…um habito que abunda por muitas bandas.
E ainda por cima as criticas(?) partem de posturas preconceituosas e sectarias, muito mais de cariz emocial e menos de criterios objectivos.

E pena! A triste imagem de um certo/errado conceito de ”nacionalismo”….

Os que atacam Faye medem e esbelecem a sua bitola pelo ataque pessoal, pela obsessao e pela ausencia de argumentos.

Eu cada vez sou mais Fayano, sem cair em nenhum tipo de discipulado.

Abraco

Comentar por Miazuria

Ainda não li o teu texto nem o insulto anterior, mas soube uma notícia gira, o Constantin von Hoffmaister esteve com o Guillaume Faye em Moscovo, e o Faye gostou tanto do discurso dele que o vai traduzir e publicar na “Signal d’Alarme”, bwahahaha.

Bom, agora vou ver o teu post e o habitual insulto idiotitário (aliás, igual aos que eu recebia no Dissidente Pátrio e dái a dificuldade em postarem no meu blog).

Comentar por Flávio Gonçalves

Pronto, já li, e acho graça a que defendas o Faye sem ter lido o livro, coisa que Faurisson fez.

Agora se comparares o DIRLIP com o IHR, o AARGH, Barnes Review ou VHO verás que o conteúdo dos artigos é o mesmíssimo, por isso ou todos os revisionistas estão errados…

O DIRLIP não é revisionista só do Holocausto, daí estarem lá a correcção à obra sobre o Integralismo Lusitano e a menção a Homem Cristo Filho.

Mas se não gostas do meu trabalho, fica sempre o convite de fazeres melhor. E quanto ao teu complexo de classe referente a cursos académicos, há quem não os possa pagar.

Comentar por Flávio Gonçalves

Face ao primeiro comentário, quero dizer que é política da casa não permitir peixeiradas, nem ataques pessoais, neste blog. A sua reicidência não será permitida.

Comentar por arqueofuturista

Meu caro amigo Miguel, agradeço o elogio no que ao artigo concerne, ainda para mais tendo eu tomado a liberdade de te parafrasear.

Curioso, também me sinto cada vez mais Fayeano à medida que vou lendo os seus escritos, sempre marcados por uma análise superior, não perdendo nunca de vista o superior interesse dos europeus.

Um firme abraço também para ti.

Comentar por arqueofuturista

Caro Miguel, as ofensas partem muitas vezes dos identitários, basta nós exprimirmos uma opinião para que muitos venham logo com ofensas. Ninguém é obrigado a gostar da vossa ideologia, só acho que o insulto as ofensas, e mesmo as ameaças é de facto um acto cobarde, tal como divulgar informação pessoal de outras pessoas. Olha que os teus identitários põem a vida das próprias pessoas em causa, e isso sim é cobardia.

Cumprimentos.

Comentar por pantera

Flávio, se o Faye gosta ou não dos discursos do Constatin, isso é uma questão pessoal. Eu não gosto daquilo que li até ao dia de hoje, o que não quer dizer que um dia possa vir a concordar com algo que o Constantin venha a escrever.

«Pronto, já li, e acho graça a que defendas o Faye sem ter lido o livro, coisa que Faurisson fez.»

Conforme escrevi no artigo, não li a obra, logo não teci qualquer observação sobre a mesma, limitando-me a esboçar uma opinião pessoal sobre um tema aordado no livro, o revisionismo.

«Agora se comparares o DIRLIP com o IHR, o AARGH, Barnes Review ou VHO verás que o conteúdo dos artigos é o mesmíssimo, por isso ou todos os revisionistas estão errados…»

Precisamente por comparar o DIRLIP com alguns sítios de internet que veiculam um revisionismo histórico relativo ao II Grande Conflito Mundial é que apresento uma opinião tão ouco favorável sobre o teu trabalho nessa página. Não encontrei no sítio de internet de David irving a mesma cnfusão temática que tu apresentas, isto apenas para citar um exemplo.

«O DIRLIP não é revisionista só do Holocausto, daí estarem lá a correcção à obra sobre o Integralismo Lusitano e a menção a Homem Cristo Filho.»

Muito cómodo escrever agora que o DIRLIP não se limita a rever o Holocausto. Realmente eu sou defensor de que o trabalho de investigação histórica revisionista não se deve limitar apenas a episódios da II Guerra Mundial, mas antes alargar-se a tudo aquilo que nos vem historicamente maniatando como são as questões da escravatura, da inquisição, do colonialismo, ou até mesmo em relação ao Estado Novo. A propósito, aconselho a leitura de um livro de Jean Sévillia que em tempos referi neste blog intitulado originalmente em língua francesa Historiquement correct. Pour en finir avec le passé unique.

«Mas se não gostas do meu trabalho, fica sempre o convite de fazeres melhor. E quanto ao teu complexo de classe referente a cursos académicos, há quem não os possa pagar.»

Lá estás tu a demonstrar uma fraca capacidade para aceitar criticas. Em caso algum me passou pela cabeça almentar uma página de revisionismo histórico, quiçá talvez um dia possa ocorrer-me, mas de momento, tendo por base uma hierarquia de prioridades, limito-me a centrar o meu combate no essencial, que de todo passa pela revisão do Holocausto.

De resto, desprovido de qualquer complexo de classe, aliás algo que nunca me importunou, compreendo que seja complicado para quem tem parcos recursos financeiros obter uma graduação académica. Isso reforça a minha ideia de que a revisão do holocausto não é prioritária, mas sim o desmantelar deste sistema plutocrático em que estamos inseridos. Ainda assim, reafirmo que quem não está habilitado para abordar determinada temática, deve abster-se de o fazer pura e simplemente.

PS/ Não podes negar que com este artigo que te brindei as visitas ao teu tasco subiram em flcha? Quem é amigo, quem é? Nem por encomenda.

Comentar por arqueofuturista

Pantera, sempre ávido de dar umas bicadas aqui e ali. Diz lá onde é que viste as ofensas partirem dos identitários? É que eu não vejo os identitários a andarem de blog em blog, de fórum em fórum, a insultar ninguém. Vejo-os isso sim, a defenderem-se de insultos gratuitos, aliás, algo que ainda há bem pouco tempo me vi na obrigação de fazer no blog do Caturo.

«Ninguém é obrigado a gostar da vossa ideologia»

É precisamente aqui que reside o ónus da questão. Os identitários, entre os quais eu me incluo, estão-se borrifando para quem não gosta da nossa ideologia, infelizmente aqueles que não gostam da nossa ideologia é que parecem viver obceados em relação aos identitários, sempre prontos que estão de denegrir, de difamr, sem no entanto alguma vez tentarem debater ideologicamente.

Se tens problemas pessoais com alguma pessoa ligada à área identitária, assim como pareces ter com toda a área nacionalista, deverás resolvê-los em sede própria e não será garantidamente no meu blog.

Comentar por arqueofuturista

Não te querendo deprimir, o meu sitemeter só contou 2 (DUAS) visitas vindas daqui =) certamente a do anónimo e a do Miguel.

O David Irving deixa que te diga que não é respeitado entre os revisionistas que conheço e nem se assume como revisionista, daí agradecer que compares o DIRLIP com AAARG, VHO, Adelaide Institute ou a Barnes Review. O Irving é tudo aquilo que apontas como defeito: um defensor acérrimo do III Reich, um revisionista parcial portanto e que gosta de andar com neo-nazis.

É bonito avisares ao comentador anónimo que não repita mas manter o insulto contra a minha pessoa, revela a tua boa vontade.

A nova actualização do DIRLIP ia ser dedicada ao Cristovão Colombo português, só não ocorreu porque a netcabo bloqueou o meu acesso à página (e antes deles já a Sapo ADSL o tinha feito).

Felizmente gente que interessa, como o Serge Thion, o Bradley Smith, Carlos Menz, S.E. Castan e o Fredrik Toeben gostam do meu trabalho, eu não trabalho para judar judeus como alguns.

Se bem que o Bradley Smith (ah, e nem o David Irving) são doutores licenciados, doutorados ou mestrados de qualquer género.

Comentar por Flávio Gonçalves

É muito fácil caro Arqueofuturista. A vera parte logo para o insulto aquando a minha discussão, por exemplo, com o Tautalos, onde ela não tinha sequer o direito de meter a colher, além de ela de forma cobarde divulgar informação pessoal das pessoas.

Os identitários, entre os quais eu me incluo, estão-se borrifando para quem não gosta da nossa ideologia, infelizmente aqueles que não gostam da nossa ideologia é que parecem viver obceados em relação aos identitários, sempre prontos que estão de denegrir, de difamr, sem no entanto alguma vez tentarem debater ideologicamente.
É aqui que reside a vossa mentira !
O mail que tenho no blogue foi preenchido com algo engraçado que a ser verdade, só demonstra que aquando um post meu sem ofensa a nenhum pessoa da vossa causa, vocês demonstraram a verdadeira face ao partir para o insulto e para as ameaças, basicamente é isso o vosso grau de discussão, mas enfim…

Comentar por pantera

Flávio, continuo a afirmar que na minha opinião o revisionismo histórico deve estar absolutamente liberto de qualquer conotação ideológica, aquilo que não faz por exemplo o AARGH. Há que actuar com a mesma subtileza que empregam os historiadores oficiais do sistema…

Aquilo que dizes de Irving parece-me carecer de todo de qualquer veracidade. Ele nunca se afirmou nacional-socialista, nem sequer nacionalista, e em caso algum me recordo de o ver em eventos politicamente conotados.

Porém, se como dizes, Irving entre outros não estão academicamente credenciados, é lamentável, pois facilitam os afirmacionistas do holocausto a empurrá-los para o mais absoluto descrédito público.

Comentar por arqueofuturista

Subscrevo na integra os comentarios em jeito de resposta do meu amigo e camarada Arqueofuturista.

E quanto as questoes do Holocausto e do revisionismo historico merecer-me-iam um texto exaustivo, o que e-me impossivel faze-lo numa caixa de comentarios…
Mas devo esclarecer o seguinte:

1. Nao sou revisionista e muito menos negacionista dos factos ocorridos na II guerra mundial.
2. Oponho-me a detencao ou prisao de quem quer que seja devido a livre expressao das suas ideias. E isto aplica-se tambem aos revisionistas. Ninguem deve ser detido ou preso por expressar ideias…
3.Sou pela liberdade academica, que compreende o livre debate sobre TODOS os acontecimentos historicos.
4.Simpatizo com as posicoes do autor judeu Norman Finkelstein.
5.Defendo a existencia do estado de Israel nas fronteiras definidas em 1967 assim como a existencia legitima de um estado Palestino.
6. E acho que muitas das posicoes assumidas por muitos revisonistas, incluindo o sr.Flavio Goncalves,escondem e camuflam uma judeofobia irracional e primaria.

Miazuria (Miguel Angelo Jardim)

Comentar por Miazuria

Caro Pantera, já te havia dito, assim como está expresso naquilo que disse ao anónimo que criticou o Flávio, que não tolero peixeiradas no meu blog. É algo que não gosto e não me dá qualquer gozo.

Nestas tuas duas mensagens não comentaste o assunto do artigo, pelo contrário, limitas-te a dizer que os identitários, que não percebi ainda a quem te referes porque ora referes um nome de uma pessoa, como a seguir escreves no plural, insultaram-te num mail, e onde te ameaçaram.

Ora, como já referi, não tenho a mínima paciência para este tipo de diálogos, portanto, como tudo isso me parece descabido, como me parece que o teu problema pessoal com a mencionada Vera te está a toldar a capacidade de raciocinar correctamente, dou por terminado esta conversa nesta caixa de comentários, pedindo-te para que caso desejes falar do que se passa concretamente o faças por outros vias, como por exemplo o mail da Causa Identitária, já que te referes aos identitários no global, e não através do meu blog.

Tal como peço antecipadamente à Vera que, no caso de vir a este blog, não responda nesta caixa de comentários às acusações do Pantera.

Comentar por arqueofuturista

Em Teerão bem como na correspondência que li dizem de David Irving o que Maomé não disse do toucinho, até o Germar Rudolf enviou uma carta extremamente insultuosa das masmorras em que se encontra tratando o Irving de imbecil para baixo, curiosamente precisamente por ser um historiador amador e sem formação académica.

O Irving palestrou recentemente no comício dum partido fascista, creio que em Budapeste, e tem participado em palestras do IHR com a National Alliance no passado e foi apanhado em flagrante por Michael Schmidt num documentário e no livro editado em Portugal com o título “Os Neo-Nazis” com skins e neo-nazis conhecidos (como o Michael Kuehnen, Christian Worch e Gottfried Kuessel).

A opinião de Bradley Smith foi de que o problema do Irving não é andar com essa gente, é em público mentir e dizer que não e depois quando é apanhado em flagrante descridibiliza os revisionistas todos.

Quando ao Miguel, já sabe que os judeus que gosto são do género anti-sionista (Neturei Karta e Norman Finkelstein, e até Chomsky).

Por curiosidade, tenho dois amigos portugueses judeus (descendentes de…) e um deles manteve-se sempre em contacto comigo quando fui ao Irão e visitou há 2 semanas a mesquita central de Lisboa, e é muito politicamente incorrecto, e o outro encontrou-se comigo mal cheguei do Irão e é um fervoroso anti-anti-semitas (temos umas belas discussões).

Ah, quase me esquecia do Oswald Le Winter, com quem me encontrei quando regressei de Terrão, judeu também com muito gosto, embora eu tenha criticado que nos seus 2 livros ele ignora completamente Israel e a Mossad e o 3º livro, que era a meu ver o mais importante, ele optou por não o publicar e evitou sempre dar-me uma resposta que me convencesse.

Portanto, não sou tão primário quanto isso nos meus ódios.

Comentar por Flávio Gonçalves

Miazuria:

“Lamenta-se sempre que as pessoas critiquem um livro sem sequer o terem lido…um habito que abunda por muitas bandas.”

E defender um livro sem o ler?

Ah, e o teu amigo JM manter aquele comentário mentiroso e ofensivo sobre a minha pessoa não o incomoda certamente. Diz-me com quem andas…

Comentar por Flávio Gonçalves

amigos e pena isto ja parece o forum nacional, ataques parvos, roupa suja, etc etc

discussao de ideias = zero

o facto de o joao e do flavio terem desavencas pessoais e uma coisa vossa, podem nao gostar um do outro, mas discutam saudavelmente, isto ja parece a arca de noe.

em relação ao atrasado do contra o gordo marchar, e bom que te identifiques, para estares a meter a organizacao TIR ao barulho, aqui ninguem insultou a organizacao C.I., nem e nada disso que se pretende, tenham juizo que ja sao uns homens de trabalho e nao sao putos a aprender a serem skinéders hahaha

Comentar por Hugo WP

O dono do blog pode ficar descansado. Não me apetece andar aqui a divulgar o kilo da pescada.
Uma tradução para português é que já era boa ideia! Podiam contar com a minha compra!
Será que há previsões para tradução para inglês?

Comentar por Vera

«Em Teerão bem como na correspondência que li dizem de David Irving o que Maomé não disse do toucinho, até o Germar Rudolf enviou uma carta extremamente insultuosa das masmorras em que se encontra tratando o Irving de imbecil para baixo, curiosamente precisamente por ser um historiador amador e sem formação académica.»

Germar Rudolf é uma pessoa que me parece credível e admiro-o pelo facto de já ter sido aprisionado por divulgar uma outra versão da história da II Guerra Mundial. Isto é absolutamente inaceitável e Faye também o denuncia.

Se Germar Rudolf diz o que descreves acerca de Irving, é caso para levar em consideração, até porque assumo não estar muito por dentro das “andanças” de Irving ou de outros ditos revisionistas, exactamente por me parecerem muitos deles autênticos mentecaptos.

Quero realçar algo que eventualmente não terá ficado bem patente na minha breve exposição, talvez por a mesma ter sido tão breve.
Aceito que os estudos revisionistas sejam divulgados e promovidos por pessoas academicamene não-qualificadas, sempre e desde que essas pessoas tenham o necessário cuidado em não permitir qualquer laivo de simpatia ideológica, sob o risco de uma vez mais danificarem o trabalho de pesquisadores revisionistas sérios. Publicamente (sublinho publicamente porque sabemos como é impossível uma absoluta imparcialidade) o revisionismo deverá estar isento de todo o compromisso ideológico, custe o que custar.

Já no que ao comentário dirigido ao Miazuria concerne, uma vez mais me parece que não leste o artigo que escrevi. Deixei bem claro que não li o livro, mas que me reservo no direito de critcar o que bem me apetece. As minhas observações dirigem-se unicamente ao revisionismo em geral e isso está bem patente se leres calmamente e desapaixonadamene o artigo.

Mas que comentário mentiroso sobre a tua pessoa eu escrevi? Já sabes que aquilo que te tenho para dizer digo-o sem paliativos, assim como o tens feito a meu respeito creio eu. Portanto, é conveniente apontares qual é o comentário e onde é que me referi a ti de forma injuriosa. Aguardo pela resposta.

Comentar por arqueofuturista

Arqueofuturista dixit:

Muito cómodo escrever agora que o DIRLIP não se limita a rever o Holocausto. Realmente eu sou defensor de que o trabalho de investigação histórica revisionista não se deve limitar apenas a episódios da II Guerra Mundial, mas antes alargar-se a tudo aquilo que nos vem historicamente maniatando como são as questões da escravatura, da inquisição, do colonialismo, ou até mesmo em relação ao Estado Novo.

Nem mais. Ao contrário dos restantes sectores culturais, científicos e técnicos, que versam áreas limitadas da realidade, onde existe como que uma divisão do conhecimento, a história dedica-se, afinal, a todos esses domínios, suscitando a respeito deles os problemas característicos do espírito ou discurso histórico. Do mesmo modo, o revisionismo jamais pode ser “esterilizado” naquilo que ele não é (ou não devia ser), num qualquer nominalismo formado antecipadamente e sem fundamento sério, preocupado em defender conclusões independentemente dos factos as sustentarem ou não.

Comentar por Zéfiro

Caro Hugo, esclareço que nada me move contra o Flávio, aliás somos ambos administradores do Metapedia e temos comunicado regularmente de forma absolutamente cordial, deixando para trás as nossas desavenças ideológicas. Não concordo com o que ele escreve, ele diz, ele veicula, mas respeito o homem.

Conforme deixei bem claro, não tolero que o meu blog seja transformado no “cabaré da coxa”, daí que quem escreveu aquele comentário sabe que não poderá repetir a graçola.

Consta que nada obsta no relacionamento entre a TIR e a CI. Todavia, se a direcção da TIR desejar poderá esclarecer isso com a Comissão executiva da CI, da qual não faço parte, ao contrário do que um parvalhão anónimo escreveu noutro blog.

Um abraço para ti.

Comentar por arqueofuturista

Cara Vera não creio que seja de prever a sua tradução para breve. Obras demasiadamente incorrectas não são do agrado das editoras lusas.

Mas também não percebo qual a dificuldade em ler francês, arranjas um dicionário para as primeiras folhas e verás que após as primeiras 50 páginas ja não precisas do dicionário.

Comentar por arqueofuturista

Caro Zéfiro, bem haja por ter recentrado o debate e pela preciosa contribuição, a qual corroboro indiscutivelmente.

Comentar por arqueofuturista

Caro Flavio, e sempre de bom costume alguem que nutre odio primario aos judeus venha com a lenga-lenga:”‘eu ate tenho amigos judeus”!!!
E quanto ao sionismo tenho as minhas fundadas duvidas que saibas o que e….
Uma pergunta clara que exige resposta correspondente: defendes ou nao a existencia do estado de Israel?
Ou sera que partilhas da opiniao do Ahmadinejad, ou do Hamas?
Agradeco e aguardo a resposta!

Se o comentario sobre a leitura do livro do Faye e para mim,enganas-te redondamente, muito antes da publicacao do livro ja eu sabia do seu conteudo,com o qual ate concordo, em conversas havidas com o Faye quando este esteve em Portugal

Comentar por Miazuria

A discussão em torno do holocausto já parece uma pescadinha de rabo na boca. Virem-se para o Darfur ou para o Goulag ou o Kambodja do Pol Pot.

Comentar por Pinto Ribeiro

Ora, a verdade é que não é bem como escreve, Caro Pinto Ribeiro, pois a atestá-lo estão não somente as opiniões mais ou menos inflamadas que daí resultam, bem como a enorme afluência de visitantes que este blog teve apenas por abordar esta questão.

Não sendo absolutamente uma prioridade na minha agenda, a questão judaica, e tudo o que ela abarca (revisionismo histórico, sionismo, anti-sionismo, etc.), continua a ser o cavalo de batalha para muitos nacionalistas e mesmo não-nacionalistas. Pela minha parte dou-lhe o devido destaque; um artigo, se não me engano, em quase um ano de actividade com este blog.

Já o Darfur, gulags soviéticos ou o Cambodja de Pol Pot, se desde uma perspectiva intelectual e histórica possam afigurar-se interessantes, também, muito honestamente, não entram na hierarquia de prioridades do blog.

Comentar por arqueofuturista

Curioso, mantém-se ali o comentário ofensivo que já pedi explicitamente que retirasses.

Miazuria: os judeus viviam bem anteriormente na Palestina, integrem-se num Estado palestiniano ou nos países em que vivem.

Comentar por Flávio Gonçalves

Devido aos incessantes pedidos do Flávio, o comentário jocoso foi retirado. Curioso Flávio é eu achar que num caso inverso não haveria reciprocidade.

Quanto à resposta que concedes ao Miazuria, levantam-se as inevitáveis questões; porque razão não haverão os judeus ter um estado hebraico? Porque razão terão eles de se integrar numa Palestina, território que nunca foi árabe (estes são actores historicamente recentes e somente a partir da expansão islâmica iniciada por Maomé os árabes ali chegaram)? Porque razão terão eles de integrar, sendo essa uma medida claramente multiculturalista, e não podem ter o seu próprio estado? Quando escreves «nos países em que vivem» referes-te também a países europeus?

Comentar por arqueofuturista

Porque razão não podem os mormóns ter um Estado? O as Testemunhas de Jeová? Ou mesmo a Igreja Universal do Reino de Deus?

Os judeus não são uma realidade racial, a criarmos Estados para religiões nunca mais paramos, só a Índia tinha que ser dividida uma meia dúzia de vezes.

Sim, países europeus também.

Comentar por Flávio Gonçalves

«Porque razão não podem os mormóns ter um Estado? O as Testemunhas de Jeová? Ou mesmo a Igreja Universal do Reino de Deus?»

Porque isso seria ridículo. Convencionalmente estão estabelecidas as premissas que conduzem à formação e reconhecimento de um estado, sendo a língua, os laços sanguíneos, a história, assim como “uma visão do mundo global que se exprime numa vivência cultural comum” (P.Vial), as características mais prementes.

Ora o teu irónico comentário parece ter sido fruto de precipitada análise já que se que consideras bizarra a existência de um estado mormón, tamanha bizarria se aplica a qualquer estado teocático islâmico, como por exemplo o actual Irão que tu tanto idolatras.

«Os judeus não são uma realidade racial»

Curioso, quando convém, os judeus são uma raça maldita e errante, quando não serve tornam-se numa realidade religiosa.

Os judeus representam uma entidade formada por religião, raça e cultura próprias. Existem diversas etnias judaicas conforme se pode verificar aqui. Se pegarmos novamente nos premissas supracitadas podemos asseverar que os judeus têm toda a legitimidade em terem um estado nacional.

«Sim, países europeus também.»

A não ser que repentinamente tenhas abandonado as tuas posições anti-multiculturalistas é que poderei compreender esta afirmação. Quer então isso dizer que consideras os judeus que vivem na Europa como europeus, mas apenas com uma religião que os distingue? Posso concluir que nada obsta da tua parte a que judeus estejam à frente de instituições europeias, inclusive na qualidade de Presidentes ou Primeiro-ministros?

Atenção às respostas, olha que outras pessoas, além de eu próprio, estão ansiosas por ler o que irás escrever de seguida.

Comentar por arqueofuturista

Caro Flavio: as tuas incompletas respostas revelam bem o fracasso e a incongruencia das tuas posturas.Elas sao apenas o resultado de uma verborreia cacofonica e identificam-se com os “lugares-comuns”
da dogmatica esquerdoide, transfigurada em discurso anti-sionista,sem saberem o que este (sionismo) significa em termos ideologicos e historicos, e fundada na ordinaria vulgata do anti-capitalismo indio e criolo a moda de Chavez e Morales…Pateticos e do ambito da psiquiatria!!

A realidade judaica e muito mais complexa do que o estrito enquadramento nos limites da etnicidade e da religiao.Milhares de livros, sociologos,historiadores,antropologos,pesquisadores no ambito das ciencias religiosas e do judaismo, (judeus e nao-judeus) abordaram e abordam esta tematica sem nunca chegarem a uma conclusao definidora e axiomatica.

E meu caro como nao esta obrigado a conhecer o que sao os mormons e os testemunhas de jeova devo esclarecer-te que os primeiros ja possuem um estado (Utah) enquadrado numa visao tipicamente norte-americana, encarando os EUA como a terra prometida.
Os segundos(Testemunhas de Jeova) nem sequerem pretendem um estado, segundo a sua peculiar teologia o seu “reino” esta para vir, nao faz parte dos designios terrenos, e por isso mesmo que nao cumprem o servico militar.
E mais: o teu raciocinio e contraditorio e ridiculo,vai contra o que defendes, se e que defendes alguma coisa, tanta e a confusao que habita na tua cabecinha,os muculmanos(tambem e uma religiao) tem os seus estados, por exemplo, o Irao, Arabia Saudita,etc,etc)
Afinal, estas contra a existencia de estados islamcos?!!! Meu rapaz aprende que uma religiao pode, tambem, modelar a arquitectura politica de um estado e isso aconteceu sobretudo com todas as religioes monoteistas….Em ciencia politica denominam-se estados teocraticos, nunca ouviste?…….Decide-te: es “islamico” ou laico?! As duas posturas ao mesmo tempo e impossivel….Mas bem sei que contigo nunca se sabe!!!Eheheh!

Os arabes, tambem semitas, ocuparam a regiao hoje denominada (Israel/Palestina) no ano 638/40 sob a lideranca do califa Omar Ibn Al-Khattab.Nessa epoca a Palestina (cre-se que o nome vem de Filistina, terra dos filisteus, hoje mais ou menos a regiao da faixa de Gaza). Os Arabes foram ocupantes!!

E depreendo pela tua meia-resposta que es contra a existencia do estado de Israel. Registo!
E que tambem es pelo multiculturalismo, para nao dizer multiracialismo, ja que os teus queridos idolos, pelo menos por agora, falam quechua ou aymara quando nao dizem baboseiras, como e o caso do maluquinho do Chavez, ou pregam a ummah, idilica, mas sinistra e ameacadora, comunidade islamica, construida a nivel global, sem respeito pelas identidades religiosas e culturais de outros povos.
Terao, em devido tempo, a resposta merecida!

Miazuria (Miguel Angelo Jardim)

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E de onde e que deduziste que os judeus viviam integrados na palestina?!

Olha que os judeus, sujeitos em causa, nao sao da mesma opiniao…
Ou tambem es revisionista no que concerne a historia da palestina?!

Es um homem em permanente revisao!!!

Comentar por Miazuria

Sabes quantos judeus foram expulsos dos paises arabes?!

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Sobre a India deverias saber que o Paquistao foi formado a partir de criterios religiosos, os muculmanos nao aceitaram viver num estado laico! E hoje o Paquistao e um estado islamico!

E actualmente a India(uma federacao) esta dividida em estados segundo criterios etnico-linguisticos e religiosos.

Por exemplo no estado de Kerala entre 80 a 90% da populacao e crista.

Devias saber,devias…..

Comentar por Miazuria

Eu tenho mais que fazer no mundo real do que brincar no mundo virtual às discussões com lacaios de judeus mal intencionados e desocupados, que podem dedicar as 24h do dia à procura de argumentos tão sólidos como papelão.

E sim, os judeus viviam na Palestina pacificamente antes da criação do terrorista Estado sionista, mas as minhas fontes não são as suas, se eu só lesse literatura sionista e exterminacionista certamente que pensaria como vocês.

Passar bem, se inimigo é realmente uma palavra muito forte, somos adversários e disso nunca passaremos, por muito que se discuta.

O Miazuria preocupa-se mais com os judeus que com os europeus, retrato perfeito do ideário idiotitário.

Comentar por Flávio Gonçalves

Flávio, Flávio, assim se vê quem insulta. Acabam-se os argumentos, iniciam-se os insultos.

Deverás esforçar-te um pouco mais para convenceres alguém nos teus pontos de vista. Não basta utilizar as frases feitas, os chavões de sempre, retirados da vulgata dogmática de um certo tipo de nacionalismo.

Creio que não se deverá prolongar mais o debate, uma vez que o deixou de ser.

Comentar por arqueofuturista

Revela bem o que e!!!!
Contra factos esgrime o insulto…Retrato da atavica ignoranca!

E nao e adversario de nada, quanto mais inimigo….

E um coitado!

Miazuria (Miguel Angelo Jardim)

Comentar por Miazuria

A Palestina, Israel ou Entidade Sionista, mais apropriadamente, para os Palestinianos. Sem grandes discussões, uma questão de Direito.
Abraço.

Comentar por Pinto Ribeiro

AH! E ja me esquecia, outro que me chama de “judeu”!
O que na boca desse “senhor” equivale a insulto!
Que se acautelem os seus “amigos”(!!!) judeus, com “amigos”destes nao precisam de inimigos!
Ha falta de melhor….

Comentar por Miazuria

Caro Pinto Ribeiro, Isso levanta a questão; de que Direito se trata?

Não sendo especialista em Direito, pergunto todavia se estamos a falar de um Direito natural, oude um Direito humano que consagra o direito de todos os povos a constituirem um Estado, ou ainda de um Direito indígena, se tivermos em conta que a presença hebraica é muito anterior á presença árabe naquele território? Enfim, que Direito se aplica nesta questão se mesmo a Autoridade Palestiniana reconhece a legitimidade da existência do Estado de Israel?

Forte abraço.

Comentar por arqueofuturista

Hoje, e na perspectiva da geopolitica, defender a existencia do estado de Israel, lado a lado com um estado Palestino, e proteger e defender a longo prazo a estabilidade da Europa e dos Europeus.

Quem preconiza a extincao do estado de Israel faz o jogo dos que entendem a Europa como Eurabia. Sao objectivamente aliados e colaboracionistas da presenca islamica em territorio Europeu, atraicoando a memoria dos que morreram na peninsula Iberica, nos Balcas,em Lepanto, as portas de Viena e no Caucaso.

Miazuria (Miguel Angelo Jardim)

Comentar por Miazuria

Assim como proteger e defender a presenca Crista, (discriminada e perseguida) no Medio-Oriente (Libano, Egipto,etc) e acautelar os interesses estrategicos da Europa naquela conturbada regiao.

Comentar por Miazuria

De facto, se o Libano não tivesse mergulhado no caos, por imbecilidade europeia, geostrategicamente este país seria o nosso aliado natural, particularmente, mas não só, pelo eminente peso da comunidade cristã.

Comentar por arqueofuturista

Exactamente, amigo Arqueofuturista.

Abraco

Comentar por Miazuria

Mas a AP não representa os Palestinianos, que eu saiba.
O Hamas venceu eleições livres, nas urnas.
Uma boa questão a tua.
Agora: uma coisa são os judeus na Palestina. Sem discussão.
Outra um estatuto para Jerusalém, específico atendendendo à especificidade da questão e da cidade.
Outra, ainda, a Entidade Sionista criada com o peso da consciência europeia pós-guerra com o refugo judaico que vadiava sem terra Europa fora. Um anacronismo.
Interessante vai isto.
Abraço.

Comentar por Pinto Ribeiro

Prezado Pinto Ribeiro, antes de mais fico contente po não virar as costas ao debate, ao contário de outrém.

«Mas a AP não representa os Palestinianos, que eu saiba.
O Hamas venceu eleições livres, nas urnas.»

Se atendermos ao reconhecimento internacional a AP liderada por Mahmoud Abbas é quem detém a soberania. Sabemos ambos que foi o Hamas quem venceu as últimas eleições, mas actualmente não controla senão uma mísera faixa de território que padece de qualquer simpatia internacional, mesmo da maioria do países árabes fronteiriços.

«Agora: uma coisa são os judeus na Palestina. Sem discussão.»

Devo dizer que a palavra Palestina deriva de Filístia, o nome dado a esse territóri pelos gregos clássicos por ali habitarem os filisteus, um povo não semita, logo não-judeu e muito menos árabe.

«Outra um estatuto para Jerusalém, específico atendendendo à especificidade da questão e da cidade.»

Jerusalém, historicamente também chamada de “Sião, gostando-se ou não, é uma cidade importantíssima por representar um centro religioso dos três cultos monoteístas, situados particularmente na zona oriental da cidade. Israel conquistou esta zona oriental á Jordânia em 1967, na guerra dos seis dias. A AP reclama-a para sua capital, porém, se formos a atender a questões de soberania, também a Jordânia teria algo a dizer, complicando a questão. Uma alternativa seria transformar a cidade numa espécie de cidade-livre, protectorado internacional.

«Outra, ainda, a Entidade Sionista criada com o peso da consciência europeia pós-guerra com o refugo judaico que vadiava sem terra Europa fora.»

Indubitavelmente existiu um enorme peso na conciência europeia que acelerou o processo de criação do estado de Israel. Porém, é bom não olvidar que a demanda por uma pátria judaica há muito que era estudada pelos governos europeus, sendo que Angola esteve na mira do governo britânico para se aí instalar os judeus europeus, muito antes da ascenção de Hiler ao poder e da hipótese Madagáscar.

Sem dúvida um estimulante debate.

Um abraço.

Comentar por arqueofuturista

Muerte al Sionismo!!

Comentar por Handschar

Que contributo intelectual extraordinário deixou este reles dhimmi. um espanto diga-se.
Também é patente através do seu desprezível blog como se pode ser um asqueroso TRAIDOR à Europa, aliando-se ao inimigo islâmico.

Comentar por arqueofuturista




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