Breves considerações sobre o revisionismo e o novo livro de Faye, passando pelas inquietações do Flávio.
Julho 22, 2007, 8:54 pm
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Flávio, um dhimmi desavergonhadamente assumido, enfrenhado que está na sua mui quixotesca peleja contra os identitários, voltou recentemente a pespegar, qual mania obsessiva, em risco de se tornar caso patológico irreversível, no nome daquele que ele embicou como sendo uma sorte de “Guru” dos identitários europeus.

Ora, o incontornavelmente mediático Guillaume Faye, excelsa figura do pensamento político contemporâneo, o qual publicamente homenageio com este blog, foi novamente presenteado com uma referência, entre inúmeras, no confuso espaço internético do Flávio, desta feita através de um artigo em língua francesa redigido por uma figura que admiro particularmente pela sua tenacidade e persistência, mesmo após terem atentado contra sua vida, em divulgar aquela que é quiçá a mais difícil, para não dizer perigosa, disciplina da História, o revisionismo histórico referente à II Grande Guerra Mundial. Refiro-me ao Professor Faurisson, figura que dispensa apresentações e cuja demanda pela verdade histórica lhe valeu um injusto anátema social.

Faurisson redigiu um exaltado artigo, logo, carente da necessária objectividade, sobre a mais recente obra literária de Faye ousadamente intitulada «La nouvelle question juive» (A nova questão judaica), um livro extenso de 400 páginas onde, bem ao estilo que o caracteriza, Faye coloca o dedo na ferida, uma ferida não-cicatrizada e tão propícia a provocar celeuma, mas que não se pode lidar dogmaticamente ad eternum, ou simplesmente desviando o olhar como se desse modo tamanha e tão crucial questão caia no esquecimento.

Sem peias ou circunlóquios Faye aborda desde todos os ângulos a problemática que persiste em envolver os povo hebraico. Muito naturalmente a questão do revisionismo histórico foi explorada de idêntico modo, desferindo o politólogo gaulês severas criticas a determinada prática revisionista que prima pelo primarismo provocador, carente de bases historicamente cientificas, quando não, e de forma inconsequente, colado ideologicamente para indelével prejuízo de todos aqueles que de maneira desapaixonada dedicam as suas vidas ao estudo da História contemporânea.

Como quem estas linhas escreve não teve ainda oportunidade de ler este livro de Guillaume Faye, não irei tecer outras observações que não apresentar sucintamente algumas ideias pessoais sobre o tema do revisionismo em geral, e que me parecem ser coincidentes precisamente com aquilo que Faye exprobra. Continuar a ler