O patronato e a imigração

  O patronato e a imigração, ou algumas vantagens que a imigração oferece ao patronato:

– Exploração dos povos desenraizados e pobres e, como tal, submissos às ordens de um patronato que os ameaça com a expulsão.

– Utilização da mão-de-obra barata, mas ávida de consumismo, dado que são um alvo fácil da publicidade.

– Dividir a classe operária portuguesa com a introdução de povos não-assimiláveis nas redes de reivindicações dos trabalhadores (sindicatos), baixando os custos da mão-de-obra.

– Estabelecimento de comunidades alógenas no seio da população portuguesa a fim de compartimentar o povo (dividir para reinar).

– Destruir a identidade nacional ou o sentimento de pertença do povo a fim de melhor modelar os desejos desse mesmo povo, para o tornar um alvo comercial mais fácil de abordar.

– Esvaziar as antigas províncias ultramarinas das suas forças vivas, impedindo o regresso dos trabalhadores qualificados aos seus países de modo a quebrar a esperança desses países de um novo impulso económico.

– Permitir a estigmatização para desqualificar toda e qualquer voz discordante, excluindo assim os identitários, com o intuito de proteger os partidos do sistema, denunciando toda a discordância como sendo “racista” ou “fascista”.

– Enfraquecer Portugal, tornando-o desprovido de qualquer sentido de identidade e comunidade específica, criando a ideia que apenas existe um contrato social, levando ao desaparecimento da política para desse modo conduzir ao reino da economia.