“300 de Frank Miller”, Esparta revisitada
Abril 9, 2007, 5:23 pm
Filed under: Em foco, Resistência & Reconquista

Acusado de mais não ser que “propaganda sionista” por alguns, e filme “claramente racista e esteticamente fascista” por outros, a verdade é que “300” de Frank Miller, obra cinematográfica realizada por Zack Snyder, não permite a ninguém ficar indiferente, seja a esquerda intelectual cronicamente avessa a tudo o que for “made in USA”, sejam determinados sectores da extrema-direita mimetista da extrema-esquerda e que se recusam ver mais longe que a própria dogmática vulgata. A acrescentar a estas vozes críticas juntou-se o tenebroso regime Iraniano dos Ayatollahs que, embalados pela presente crise, acusaram a película de obedecer à agenda da Casa Branca e de achincalhar a história do país, paradoxalmente aquela que eles mesmos pretenderam fazer tábua rasa aquando da sua tomada do poder em 1979.  

Fidelidade à BD ou aos factos Históricos?

Pretendiam alguns que “300” fosse, à semelhança do filme “300 Spartans”, produção de 1962 realizada por Rudolph Maté, uma narração histórica do heróico feito de Leónidas e dos seus 300 guerreiros na batalha de Termópilas, travada contra o Império Persa no ano 480 a. C. Ora, esta fita não é mais do que a adaptação para o grande ecrã da banda desenhada “300”, escrita e desenhada pelo norte-americano Frank Miller, autor que admitiu em entrevistas que o filme de 1962 o influenciou a criar para os quadrinhos a sua própria versão da batalha das Termópilas. Logo, se este épico satisfaz os amantes da BD de Frank Miller, pode constituir uma desilusão para aqueles que desejavam uma reconstituição fiel da batalha das Portas de Fogo, na medida em que a película não prima exactamente pela fidelidade histórica dada a inexactidão que apresenta nos factos e circunstâncias quando comparados com o vetusto relato do historiador Grego Heródoto (o qual, diga-se, também não presenciou a Batalha).  “300” é, antes de mais, uma heroic fantasy, isto é, uma história ficcionada mas livremente baseada em factos e personagens históricos, na qual a licença poética de Miller e Snyder é bem patente, pois, é preciso não esquecer, que se trata de um filme com fins de entretenimento. Toda a tentativa para criticar o filme com base em argumentos históricos é, por conseguinte, injusta e desajustada, porque não apenas a caracterização dos Persas é manifestamente anacrónica (piercings e rastafari), como também a dos Espartanos revela nítida opção do realizador em explorar a sua componente físico-viril em detrimento do historicamente comprovado facto que estes combatiam com armaduras leves, caneleiras, e elmos. Mensagem política?Outra questão que muita celeuma tem provocado é o facto de alguns Persas serem na película retratando como negros. Se em boa verdade os Persas, actuais Iranianos, eram um povo de origem Indo-Europeia, o Império de Xerxes estendia-se a muitas regiões da Ásia e Médio-Oriente, não sendo de todo impossível a existência de negros entre as hostes Persas. Mais injustificada é ainda a estapafúrdia intenção de rotular esta obra cinematográfica de “sionista”, quando, paradoxalmente, é por demais sabido que os Persas forma um povo que tolerou os Judeus e que inclusive os protegeu. Posto isso, não querendo ser absolutamente ingénuo para asseverar que a obra não contém uma forte mensagem, ideológica mesmo, oferece todavia dizer que qualquer intenção de atribuir a Zack Snyder uma implícita analogia com a hodierna crise entre os EUA e o Irão somente poderá brotar de uma mente deveras imaginativa e conspirativa ou com a maniqueísta tendência para a aldrabice intelectual.  

“300” um filme identitário

Indubitavelmente este filme é um extraordinário instrumento para tocar na consciência dos espectadores europeus. Distante de ser uma aula de história, “300” vem recentrar historicamente Esparta no seu devido lugar, popularizando esta e despertando milhares de pessoas para algo que jamais haviam ouvido falar ou sequer lido um livro a respeito quer dos espartanos quer da batalha das Termópilas*, evento que encerra em si importância vital para nós europeus, pelo seu mítico significado.  “300” representa um manifesto anti-modernista, no qual Zack Snyder nos obsequia com uma crítica feroz do individualismo egoísta da sociedade do conforto, esse antro efeminado onde reina a cobardia intelectual que se dissimenou como uma praga castradora de virtudes tais como a verticalidade de carácter, a rectidão moral, o sentido heróico e ético da vida. Todos aqueles que visualizarem esta película e se deixarem envolver, embalar, pela mesma sentir-se-ão mais livres, descomplexados perante um meio físico onde a auto-afirmação etno-cultural é inexistente, ou pior ainda, se pretende incutir um flagelador sentimento de culpa. A agressividade voluntária expressa nas imagens da fita irá provocar o palpitar dos corações desvirilizados e lamurientos dos espectadores europeus e as mais intensas vibrações no sangue daqueles que, já despertos para a causa identitária, honram os seus antepassados. Exaltação do enraizamento, do apego à terra, glorificação da casta guerreira traída pelos políticos, essa corja sempre em genuflexão face aos interesses argentários, “300” exprime um grito de revolta face a uma sociedade que valoriza mais o ouro que o sangue. Notoriamente eugénico este filme denuncia no melhor estilo nietzscheano a subversão mesquinha do inferior frente à excelência, a aretê espartana de Leónidas e dos seus guerreiros, emanação por consequência do que é belo e  superior. Numa época em que a homossexualidade sai da esfera privada para se impor na esfera pública, encontramos nesta obra uma indisfarçável crítica a essa prática não-natural. Quando se ouvem os cânticos das sereias ulularem que o futuro está na mestiçagem através da submersão étnica “300” exorta-nos a resistir à invasão, a combater pelo que é nosso, pelas nossas famílias, pela nossa liberdade em sermos soberanos do nosso destino e em vivermos de acordo com os nossos hábitos e costumes. “300 de Frank Miller”, realizado por Zack Snyder, entra directamente para a galeria dos filmes de culto, tornando-se incontornavelmente numa obra de referência para uma Europa que se recusa render e morrer. “300”, um é estandarte identitário!     

* “300” é uma obra cujo mérito posso comprovar pela demanda por infomações sobre o assunto que se tem realizado através do blog Esparta, tendo o número de visitantes chegado à fasquia de 1440 num só dia!


20 comentários so far
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Acho que prefiro o homem-aranha :)

Um abraço

Comentar por Pantera

Muito bom
Esta semana tenho que arranjar um tempinho para ir ao cinema!
-E vós Espartanos, qual é a vossa profissão?
UUUUUUUUUUUUUUUUH!

Comentar por Legionário

Lendo esta crónica, independentemente do direito que o autor tem de argumentar no sentido em que se sinta mais significado, atendendo a que não apreciei o “celulóide” em causa, gostaria de conhecer a “prateleira” em que seria colocado :
– na esquerda intelectual cronicamente avessa a tudo o que for “made in USA” ?;
– ou em determinados sectores da extrema-direita mimetista da extrema-esquerda e que se recusam ver mais longe que a própria dogmática vulgata ?

É que, sinceramente, já por cá ando à uns anos e nunca me senti submetido a semelhante classificação !

Fiz uma atenta leitura do escrito, seguramente “inspirado” numa verdade indiscutível, mas ficou-me uma dúvida.
Por um lado afirma-se :
“(…) isto é, uma história ficcionada (…) é preciso não esquecer, que se trata de um filme com fins de entretenimento.”
E, mais abaixo :
“(…) não querendo ser absolutamente ingénuo para asseverar que a obra não contém uma forte mensagem, ideológica mesmo…”

Em que ficamos ?
A “obra” é de “entretenimento” ou “ideológica” ?
Ou será reflexo de algum “nacionalismo de entretenimento ideológico” ?

Lamentável… parece um regresso às “criticas de cinema” do jornal Novidades dos anos sessenta !
Custa-me a crer que semelhante texto represente um posicionamento “oficial” do “arqueofuturista” …

Comentar por Antonio_Lugano

“Quando se ouvem os cânticos das sereias ulularem que o futuro está na mestiçagem através da submersão étnica “300” exorta-nos a resistir à invasão,”

entao no filme as sereias dizem que o futuro esta na mestiçagem :o
presumo que isto tenha sido inventado neste filme.

Comentar por Gorp

O Gorp tem sérios problemas de interpretação…

Comentar por Vanguardista

Caro António Lugano, respondendo pela devida ordem às suas questões;

«atendendo a que não apreciei o “celulóide” em causa, gostaria de conhecer a “prateleira” em que seria colocado :
– na esquerda intelectual cronicamente avessa a tudo o que for “made in USA” ?;
– ou em determinados sectores da extrema-direita mimetista da extrema-esquerda e que se recusam ver mais longe que a própria dogmática vulgata ?

É que, sinceramente, já por cá ando à uns anos e nunca me senti submetido a semelhante classificação !»

Se não considero as “andanças” neste ou em qualquer outro meio uma condição meritória por si só, uma vez que também por cá anda a algum tempo e isso não me “faz puxar os galões”, considero que a questão da “prateleira” somente por si poderá ser escolhida. Eu não me revejo nas supra mencionadas posições, essas e nada mais do que essas, daí a minha crítica às mesmas.

«Em que ficamos ?
A “obra” é de “entretenimento” ou “ideológica” ?
Ou será reflexo de algum “nacionalismo de entretenimento ideológico” ?
»

Se esta é indubitavelmente uma obra de entretenimento nada impede individualmente retirar da mesma uma leitura ideológica. Ninguém poderá ser perfeitamente ingénuo para imaginar que um livro, um filme, uma peça de teatro poderão ser imeunes a uma ou várias e distintas leituras políticas/ideológicas da mesma. Não concordando com as análises da extrema-esquerdas e ainda menos com as da extrema-direita, exerci a minha análise individula, com a qual o autor da banda desnhada e o realizador do filme poderão discordar em absoluto.

«Lamentável… parece um regresso às “criticas de cinema” do jornal Novidades dos anos sessenta !
Custa-me a crer que semelhante texto represente um posicionamento “oficial” do “arqueofuturista” …
»

Lamento é que o António Lugano não considere lamentável que em certos casos se critique de forma ligeira um filme ainda antes de se o ter visualizado sequer, apenas porque o mesmo é “made in USA” em alguns casos e noutros porque não agradou à agenda iraniana…

Nunca tendo sido leitor do Novidades, certamente seria preferível aos actuais pasquins das mais diversas cores políticas em formato papel e também digital que criticam esta magnífica obra, sendo no entanto capazes de louvar dejectos filmatográficos como “Lisboetas”, ou nada referirem quando a nossa estirpe é humilhada numa larga fatia dos produtos da indústria cinematográfica.

De resto, sem pejo algum, assumo o conteúdo do texto como o meu posicionamento oficial.

Melhores saudações identitárias.

Comentar por arqueofuturista

Não Gorp, isso não foi inventado nesse filme, é antes uma realidade na nossa sociedade actual em que alguns pretendem fazer passar como inevitável que a mestiçagem é o nosso futuro pois já nada se pode fazer perante a invasão e colonização da Europa por massas alógenas. No filme podemos ver que os espartanos, não obstante a magnitude da adversidade que se lhes deparava optaram resistir, o que infelizmente não encontra por ora eco na nossa sociedade amestrada.

Comentar por arqueofuturista

Parece-me é que isso da mestiçagem é um ” wishful thinking” do Gorp mas ele que tenha paciência que ainda temos por aí pelo menos 300 homens de valor para lutar com os Gorp cá do sítio, isto partindo do princípio que o Gorp tem espírito para isso!!!

Comentar por Rui Paulino

“Numa época em que a homossexualidade sai da esfera privada para se impor na esfera pública, encontramos nesta obra uma indisfarçável crítica a essa prática não-natural.”
Nao sei se tem conhecimento mas tambem os espartanos eram apologistas da homossexualidade! Tal como todos os gregos!
E nao sei se tambem sabem mas esta pratica “não-natural” é oraticada por primatas superiores, os bonobos.
Não sei se conhece algum homossexual mas os que eu conheço são pessoas normalissimas, “naturais”, sem qualquer “deficiencia”.
De resto gostei muito da critica e da mensagem que o autor tirou do filme.

Comentar por joana

Cara Joana, primeiramente quero dizer-lhe que em caso algum os espartanos eram apologistas da homossexualidade. Numa cultura onde se cultivava a virilidade e a necessidade de dar filhos à nação como era a espartana tal afirmação assente num mito é no mínimo absurda. Recomendo a leitura deste texto, ainda que já seja abundante e bem fundamentada a literatura que reduz à categoria de mentira essa ideia.

Conheço homossexuais e não deixo de considerar que a homossexualidade é contra-natura. Sublinho que o termo “deficiente” foi apenas por si empregue. Não se pode considerar a prática homossexual como algo “normal” pois escapa à norma e não se pode considerar natural porque se assim fosse como justifica o facto da homossexualidade impossibiliatr a perpétuação da espécie, primeira lei da natureza e mais elementar requisito para que possamos estabelecer este diálogo?

Quanto ao resto, fico contente que tenha sido do seu agrado a mensagem por mim captada deste extraordinário filme.

Comentar por arqueofuturista

Quando afirmei (“Mneme” arquivo de Março) que o “300” era uma manipulação da História no sentido de fazer passar, de forma subliminar, uma apologia da democracia, a minha critica não foi bem digirida por alguns “estômagos sensíveis”.
Ao tratar-se das Termópilas, acto heróico por excelência, a luz encadeou muita gente.
Disse-o, e permito-me repetir, que o que ficaria na mente dos espectadores ( e isso foi sabiamente procurado) era a “defesa do regime democrático”, o que é pura fabulação.
——–

Adaptado a partir da novela gráfica de Frank Miller (“Sin City”), “300” relata a história da Batalha de Termopilas (…) e o seu heroísmo e sacrifício tornaram-se inspiradores para a Grécia que resolve assim enfrentar a Pérsia E LANÇAR AS PRIMEIRAS PEDRAS DA DEMOCRACIA.
Publico.PT
(cine cartaz – ficha do filme)
——

O Rei Leónidas prepara-se por levar por diante um acto verdadeiramente heroico (…) O acto mártir acabou por servir de exemplo levando a Grécia a unir-se contra o inimigo persa NA DEFESA DAS FRONTEIRAS DA DEMOCRACIA.
Expresso
Alexandre Costa
——

(…) Isso não impediu que o seu filme (incomodasse) … os críticos politicamente sensíveis… (a quem) Snyder e Miller desapontaram (…) por terem transformado Esparta (…) NUM BALUARTE DA “DEMOCRACIA” …
Diário de Noticias
Eurico de Barros
——-

(…) preferindo Frank Miller (…) transformar este combate num CONFRONTO ENTRE A DEMOCRACIA (… ESPARTA) e a tirania (…Persia)…
Jornal de Noticias
F. Cleto e Pina
——-

O sacrifício não foi em vão, já que INSPIROU TODA A GRÉCIA A UNIR-SE CONTRA OS PERSAS, DEFENDENDO A DEMOCRACIA.
Correio da Manhã
Pedro Garcia Neves
——-

O objectivo do produtor foi conseguido, e quem deveria berrar “o rei vai nu !”, deixou-se embalar pelo acto dos bravos espartanos, que não mereciam ser tratados como defensores de um regime que detestavam !

Cordial Saudação
.
Mneme
http://mnemeeuropa.blogspot.com
.

Comentar por Antonio_Lugano

Prezado António Lugano, é óbvio que a interpretação desses críticos de cinema, em alguns casos, não duvido, resultante de um assustador desconhecimento histórico, os conduziu a plagiar outros críticos, estes últimos obviamente manipuladores ideológicos, pois em momento algum no filme se refere que os espartanos defendiam a democracia.

Não sei se já teve oportunidade de visualizar a película, mas se não o fez ainda por favor faça-o e certamente irá conferir que a interpretação feita pelos pseudo-críticos dos mencionados pasquins é pura e desenvergonhada manipulação e nada mais do que isso.

Cordiais saudações.

Comentar por arqueofuturista

Mas mesmo que assim fosse, muita atenção ao facto de que a democracia grega não tem nada a ver com o circo que são hoje os regimes demo(nio)cráticos do Ocidente!!!

Comentar por Rui Paulino

But just look at the Western warriors of today. 15 Britons were not like 300 Spartans. They simply surrendered to Iranians without single shot and then took part in this shamefull Ahmadinejad’s TV show. Democrazy is making you Westies weakilings.

Comentar por Gutsul

Dear Gutsul did you read my article? I hope you can read portuguese because I mentioned in the article the fact of western people being totally devirilized particularly due to the absence of values. Democracy is not the problem, look at the US. They live in democracy and nevertheless they promote the warriorhood spirit and bring war to everywhere they want.

Comentar por arqueofuturista

Exactamente,amigo Rui Paulino, o meu conceito de democracia, regime do qual sou defensor, pois acredito que a soberania reside no MEU povo, nao se confunde com o circo partidocratico, este sim, negador da democracia!

Os novos persas, alogenos, ai estao, de novo, nas nossas fronteiras, e muito deles ja dentro da NOSSA casa!

You are right, my friend arqueofuturista!

Saudacoes Identitarias

Comentar por Miazuria

Meus Deus!
só sendo português mesmo!

Comentar por Anónimo

Que queres tu dizer com “só sendo português mesmo!” ignara criatura? Que nacionaliadade é a tua anónimo infame que ousas insultar o meu povo e em cuja língua escreves tamanha injúria?

Comentar por arqueofuturista

Desculpem-me, mas, um filme que retrata os Iranianos de 2500 anos atrás como negros subsaharianos é ou um filme caluniador ou, na melhor das hipóteses, alienado da realidade histórica, e que, por isso, não deveria servir como referência para grande coisa. Os Iranianos dos tempos de Dario e Xerxes eram Indo-Europeus e tão brancos quanto qualquer Europeu, deixaram de ser brancos ao longo dos séculos seguintes com a mestiçagem com vizinhos semitas e, mais tarde, por terem sido estuprados pelos invasores árabes, mongóis e turcos.

Eu assisti a este filme no cinema, e a impressão que eu tive, o tempo todo, é que era um filme anti-americano!!! O país multiracial que quer dominar o mundo pela corrupção do materialismo e mandando emissários negros (Condolezza, Collin Powell) para os países dos outros para pedir-lhes “terra e água” não é outro senão os Estados Unidos.

Se quisessem usar o contexto do Império Iraniano num filme identitário, deveriam ter falado sobre como o Irã Aquemênida foi destruído pelo seu próprio multiculturalismo, por exemplo Ciro trazendo à corte dinastas de países conquistados para serem seus conselheiros, e até a Bíblia a nos falar de imperadores Iranianos repudiando suas esposas Indo-Européias para se casarem com donzelas judias, etc.

Comentar por Jão

Tá, muito bonito.
Mas o filme não é uma obra da história ou lenda acerca da Batalha das Termópilas e sim uma fiel adaptação a uma revista em quadrinhos, escrita e desenhada por Frank Miller.
O filme desde o início visava agradar aos fãs de quadrinhos e de Miller, não a quem gosta de filmes épicos ou históricos.
(até hoje odeio Tróia, a pior adaptação sobre a guerra entre Gregos e Troianos que eu já vi!).

Comentar por Juliane




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