
Até à III Assembleia da organização, realizada em maio de 1964, os líderes iniciais mantém-se na direcção, enquanto que os “Aberri Eguna” (dias da Pátria) reunem cada vez mais simpatizantes dos dois lados da fronteira, sinal da crescente influência dos activistas “abertzales”.
A IV Assembleia é realizada clandestinamente, revelando a predominância da ala ligada aos membros da estrutura interna e da clandestinidade. A Direcção política começa a reflectir uma orientação ideológica diferente da etno-linguística, identificando-se muito mais com as correntes da nova-esquerda europeia (Ernest Mandel), influenciada pelo trotskismo. A palavra de ordem resumia o patriotismo operário contra o nacionalismo burguês. Surgem os primeiros indícios das divisões internas identificadas com claras divergências ideológicas.














