Formar Quadrado
Fevereiro 22, 2007, 10:59 pm
Filed under: Resistência & Reconquista

                 

Reflictam no significado da palavra de ordem Formar Quadrado

Formar Quadrado, foram os Romanos que o ensinaram, significa solidariedade e unidade no objectivo.

Somente assim poderemos dizer; atacar eficazmente,

Somente assim poderemos conquistar, porque sobreviver já não é suficiente.

Formar Quadrado significa avançar sem parar, sem hesitar, ser capaz de comandar mas também de obedecer.  

Formar Quadrado, é reconhecer e respeitar a lei natural, e encarnar a solidariedade, alma e corpo, crer, lutar.  

Formar Quadrado contra o corrompido, contra o sórdido, contra a banalidade.

Formar Quadrado contra tagarelice, os lugares comuns, a superficialidade.

Formar Quadrado, potência inexorável, Formar Quadrado é um pensamento forte.

Formar Quadrado contra a subversão, a nosso marcha que celébra a morte.

Formar Quadrado e erguer a bandeira e atacar se se recebe a ordem.

Formar Quadrado quer dizer dominar-se, permanecer imóvel se a tal é instrução.

Formar Quadrado significa resistir, Formar Quadrado, contra-atacar.

Formar Quadrado, restabelecer a ordem, Formar Quadrado, reconquistar.

Não à nostalgia, não à mentalidade de antigos combatentes, Olhar em frente contra o imobilismo.

Não ao pacifismo, não aos pensamentos frouxos, à hipocrisia, ao intervencionismo.

Afirmem a nossa vontade, Formar Quadrado, estética de acção.

Sem remorsos nem renúncia, Formar Quadrado em cada situação.

Formar Quadrado, nova vanguarda, Formar Quadrado é a lei natural.

Formar Quadrado significa hierarquia, exactamente o contrário da concepção liberal.

Ser um exemplo pela unidade, ir em frente, Formar Quadrado.

Um manifesto, uma vontade, uma palavra de ordem.

Formar Quadrado.  Londinium SPQR


22 comentários so far
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Ó Camarada Arqueofuturista, então e a famosa táctica do quadrado do nosso Santo Condestável usada em Aljubarrota e nos Atoleiros ? Vanguarda, Retaguarda, Ala esquerda, Ala direita. Essa sim, é a mais importante, e aquilo que deveria inspirar o movimento nacionalista de hoje.

Um forte abraço

Comentar por Pantera

Caro Pantera, convenhamos que a táctica do santo Condestável não era propriamente a formação em tartaruga das legiões romanas que aqui aludi e que visava a coesão do grupo, a solidariedade entre todos.

É óbvio que nos podemos inspirar nos exemplos de Aljubarrota e outros tão ou mais notáveis, mas isso não impede de focarmos elementos, actos, aspectos vários de outros povos e com os quais estamos intimamente ligados.

Além disso, não deixe que o seu nacionalismo se torne egoista, essa chaga que tantas guerras entre irmãos provocou.

Comentar por arqueofuturista

Pois é verdade, caro arqueofuturista, do “mal” que padece o Pantera, e tantos outros (bons), tem que ser “curado”.
Vejamos o momento actual – com os xuxialistas atacar o interior de várias maneiras e feitios e o mar (A Natureza Viva, porque isto ao contrário do que muitos “iluminados” pensam não é o 3º calhau a contar do Sol) a atacar o litoral o corpo territorial está fodido…!
Como dizia o meu Mestre – é na Ideia que reside a nossa verdadeira pátria. E se a Ideia for a união de povos sob um mesmo destino…que assim seja e a Europa, tal Fénix, renasça.
È altura de formar quadrado e mais importante não esquecer o Centro…a Ideia.

Saudações a ambos

Comentar por Legionário

A Pátria não reside na Ideia e sim na Nação – no Sangue – na Estirpe.

Toda a Ideia nacionalista só pode surgir a partir desse pressuposto. Caso contrário, degenera em império, ou seja, em imperialismo.

Comentar por Caturo

Caro Legionário e Arqueofuturista, nunca fui muito pró-Europa, mas sim mais virado para Portugal e para a sua soberania, geralmente preocupo-me com a Europa não própriamente por aquilo que ele representa ou representou, mas sim porque sei que afecta de alguma forma Portugal. Nada tenho contra os povos europeus,mas quando falei na célebre táctica do quadrado era apenas uma brincadeira e não qualquer provocação ou mesmo resposta directa ao post. Seja como for é sempre bom lembrar a tosga que os portugueses deram nos castelhanos :)

Abraços a ambos.

Comentar por Pantera

Legionário, sábias palavras. Assino por baixo, embora tenhamos “mestres” diferentes. É fundamental compreender a “ideia” e isto implica, também, não esquecer que um Império não pode surgir da artificialidade. Esse foi um erro do passado.

Comentar por Rodrigo

Camarada Caturo, atrever-me-ia a responder pelo Legionário dizendo que a “Ideia” é o móbil que animou aqueles homens que há quase 70 anos largaram as suas pátrias para se juntarem, como um corpo único, naquela que foi a grande Cruzada do século XX. Homens que abraçaram um ideal de forma desinteressada, quase-religiosa, e em cuja “Ideia” se encontrava também as suas respectivas pátrias, peças fundamentais e inseparáveis da ideia de Império.

Comentar por arqueofuturista

““Ideia” é o móbil que animou aqueles homens que há quase 70 anos largaram as suas pátrias para se juntarem, como um corpo único, naquela que foi a grande Cruzada do século XX.”

Muitos deles não só largaram as suas pátrias como até as “combateram” em nome da “ideia”.

Mas confesso que o nome “Grande cruzada” não me agrada apesar de entender o sentido que quiseste dar à palavra.

Comentar por Suevo

Quem tiver oportunidade de ler o Fascismo visto da Direita (Julius Evola), no capitulo O “Estado da Ordem” e as SS e a seguir – Nacionalismo, Pangermanismo, “Europaismo” – “…O ideal de uma Ordem Nova europeia só poderia encarnar através da coordenação orgânica, solidária e sinergética de Estados e de comunidades cujas particularidades e independência fossem respeitadas. É isso que pensam os voluntários das diferentes nações que integraram as divisões que combateram na Rússia como um verdadeiro exército europeu: esses homens bateram-se contra o comunismo, por uma certa Europa, não pelo pangermanismo expansionista. ”

Será preciso acrescentar mais alguma coisa?

Comentar por LV

Camarada Suevo, é verdade, a “ideia” e tudo o que ela comporta, por vezes teve dessas coisas de opôr homens frente às suas pátrias «que lhes faziam mal» como dizia La Rochelle.

“Grande Cruzada” foi apenas uma alusão mais explícita à Cruzada contra o Bolchevismo, se bem que poderia ter empregue “Grande gesta” ou qualquer outro termo incapaz de tradzir os feitos daqueles homens.

Camarada LV, miuto agradeço essa citação de Julius Evola, a qual, para as mentes mais esclarecidas, não requer mais palavras.

Comentar por arqueofuturista

Estimado Arqueofuturista:
Mis disculpas por una breve ausencia, pero veo que os habeis entretenido.
Aprovecho para recomendar dos libros de un autor mejicano q hasta ahora me era desconocido ( a cuento de laobservacion de LV sobre Evola) se llama Salvador Borrego y recomiendo “derrota mundial” y “las ss, criminales o soldados”
Un cordial saludo
Pepin

Comentar por Pepin

Será preciso acrescentar mais alguma coisa?

Sim, é – é preciso acrescentar que Evola era contra o Nacionalismo.

Comentar por Caturo

Amigo Pepin, não tenho os livros de Salvador Borrego que menciona, ainda que já conheça esse autor há bastante tempo (pertenceu à CEDADE ou pelo menos foi colaborador desta organização).

Caturo, Evola não é contra o nacionalismo, mas contra o jacobinismo feito nacionalista. Creio que Evola mereça uma leitura mais profunda da tua parte a fim de conheceres melhor o seu pensamento. Sabes que não sou evoliano, porém, não creio serem justas observações tão redutoras.

Comentar por arqueofuturista

Caro Arqueofuturista, li a principal obra de Evola, a qual, durante muito tempo, foi a minha «Bíblia», por assim dizer. E, aí, ele dedica um capítulo inteiro contra o Nacionalismo, criticando aquilo que lhe parece «colectivismo» e «doutrina de massas» e preferindo sempre exaltar o princípio do Império e do líder medieval.

Mais tarde, aparece a glorificar a «Ideia» com base no princípio de que as pertenças nacionais tinham menos importância do que as «espirituais».

Comentar por Caturo

Camarada Caturo, a questão está em que interpretação se tem do nacionalismo. Se entendermos nacionalismo como algo estatalista, centralista, meramente patriótico, à semelhança do Estado Novo, um nacionalismo desprovido da sua basilar componente carnal, então também não me revejo nesse nacionalismo. A crítica de Evola dirige-se particularmente a esse tipo de nacionalismo, uma ideia que muitos se apoderaram para, na prática, a desvirtuarem.

O pensamento de Evola, à semelhança de outros intelectuais brilhantes, é como uma escada rolante, em permanente evolução e ascenção, ainda que, por vezes, tendo algumas avarias, mas temos de compreender que o Evola que escreveu “Revolta contra o Mundo Moderno” já é outro Evola aquando da publicação de “O Mito do Sangue”, que por sua vez já era outro aquando da publicação de “O Fascismo visto da Direita” ou das famosas “Orientações”.

Comentar por arqueofuturista

Camarada Arqueofuturista, Evola refere-se precisamente (na «Revolta Contra o Mundo Moderno») ao sentido da Nação no sangue e no Povo, na massa duma certa estirpe, à qual ele chama «telúrica» e «feminina», que, segundo ele, deve estar sob o domínio do princípio masculino, o qual é, de acordo com Evola, o Estado, o líder. Nesse aspecto, ele é mais fascista do que ns.

De resto, apresenta-me aqui alguma citação do Evola que seja resolutamente favorável ao Nacionalismo como ideologia política. É que nas «Orientamenti» também não vi disso.

Comentar por Caturo

“é como uma escada rolante, em permanente evolução e ascenção, ainda que, por vezes, tendo algumas avarias”

Essa da escada rolante está engraçada, mas se Evola teve “avarias”, direi que o caturo é uma escada rolante onde se vê aqueles putos atrevidos que entram em sentido contrário: ou são muito rápidos para ultrapassara a oposição da escada ou vêem por aí abaixo aos trambolhões! De qualquer das formas tomam sempre o sentido errado.

Comentar por LV

O comentário da LV, “provocatório”, dirigido ao caturo pertence-me a mim Legionário. Estou a referir o facto, pois não devia ter usado o nome da LV para fazer um comentário particular (não propriamente pessoal), mas há alturas em que a coisa sai na hora, mais ou menos como os putos atrevidos (ahahahahah!).
Mas com o caturo eu já discuti tudo que tinha para discutir quando ele abriu as caixas de comentários lá no tasco. E repito aqui o que lhe disse na altura – talvez numa primeira trincheira…

Legionário

Comentar por LV

Nem sei quem serás tu, mas pelos vistos és tu o puto atrevido no que à precipitação diz respeito – não só usaste um nick que não querias, como a raiva de te veres contrariado nem sequer te deixou raciocinar o suficiente para pura e simplesmente pores aqui uma citação do Evola a contrariar o que digo.

Mas enfim, de quem não percebe que a Democracia é o único caminho dos Nacionalistas, esperam-se estas e outras provas de falta de maturidade… :)

Comentar por Caturo

Raiva!!! Ò caturo vai falar c’o c******. E se não sabes quem sou, tambem não é importante…pelos vistos tens memória curta. O islão anda a ocupar-te demasiado as guedelhas. Nem venhas com mais merdas, não gosto de ping-pong, principalmente em casa alheia.

Comentar por Legionário

Enfim, é a indigência do costume – primeiro, a cassete «tradicionalista» com duas colheradas de Evola e uma de Guénon, misturado em ritmo da Mocidade Portuguesa, de preferência num dia quente, para ficar de «cara al Sol»; depois, quando tal é contrariado, ou sequer questionado, vem a monotonia da lenga-lenga habitual de quem se farta de dizer que se vai embora, que não discute mais, mas depois não há maneira de se calar…

Comentar por Caturo

grande musica..

Comentar por Anónimo




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