Pela Europa das 100 Bandeiras!
Fevereiro 6, 2007, 9:46 pm
Filed under: Em foco

  


22 comentários so far
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Con este cartel demostrais mucha ignorancia histórica. La bandera catalana no lleva ninguna estrella y el pueblo catalan no estamos oprimidos por España, al contrario, somos parte de España voluntariamente desde tiempos de la reconquista. Antes de hacer estas cosas informaros un poco de la historia de los pueblos.

Comentar por Jordi Guinardo

Caro companheiro, embora a Legião Vertical tenha deixado em aberto, num texto escrito por mim, da possibilidade de “Novas” Nações, não posso de deixar de sublinhar a perigosidade que essa situação acarreta. O caminho seguido por alguns movimentos separatistas estão historicamente ligados a ideologias nacionalistas de fachada, pois era o sub mundo vermelho quem as alimentava e de certa forma alimenta. Parece-me que a desintegração de Estados históricos, á partida possibilidade interessante (!?), pode-se tornar perigosa para quem tenha a EUROPA (Imperium) como Ideal.
Acho que objectivos mais pragmáticos se levantam.

Comentar por Legionário

Julgo que o que o Arqueofuturista aqui quis expôr, foi pura e simplesmente a necessidade de manter a identidade de cada grupo etnico que figuram nesse cartaz, assim como julgo que ele, no seu pensar, também inclui o resto da Europa assim como parte da Àsia. Não entendo esse cartaz como um incitamento ao separatismo, mas apenas a preservação bio-cultural de cada grupo étnico desse mesmo cartaz, o que não impede que essas regiões, onde figuram cada uma delas em termos de localização geográfica, não possam ser incluídas como sub-nações, como elas são actualmente, mas preservando a sua diversidade bio-cultural.

Saudações Identitárias.

Comentar por WW

Considero tão legitimo o desejo e orgulho do Jordi Guinardo em sentir-se Espanhol, como julgo ser legitimo o desejo e orgulho de outras pessoas sentirem-se primeiramente e acima de tudo Catalãs.
No que concerne à bandeira da Catalunha ter ou não a estrela, não fui eu quem o produziu, limitando-me somente a apresentá-lo, todavia creio que isso é assunto para ser debatido apenas por Catalães.

Caro Legionário, compreendo a sua inquietação e assumo que a mesma é compartilhada por vezes também por mim, pois assumo que o projecto de construção de um futuro Bloco Europeu reveste-se de uma complexidade extraordinária.
Bem sei que alguns irredentismo, não por poucas vezes mais não são que manobras de grupos esquerdistas apostados no aceleramento da desintegração do estado central, nomeadamente pelo acenturar da clivagens sociais e políticas. Contudo, a ampla maioria dos nacionalismo patentes nesse cartaz representam nações históricas, enraizadas, as pátrias carnais de Saint Loup, nações sem estado mas com o direito inalienável a libertarem-se dos estados centrais que as asfixiam, e a ocuparem legitimamante o seu lugar no concerto das nações livres e independentes.
Ora, num futuro Bloco Europeu, o Imperium por nós almejado, estas nações, bem como aquelas já reconhecidas, teriam garantida ampla autonomia, pois, apesar de os contornos organicos desse Imperium não estarem ainda definidos, não tenhamos dúvidas de que o princípio de subsidiariedade seria uma efectiva realidade por imperiosa necessidade.

Prezado WW, nada a acrescentar ao teu comentário, pois o mesmo revela bem quão conheces o meu pensamento.

Abraço a todos,

Comentar por arqueofuturista

Plenamente de acordo com a explicação do arqueofuturista.

Quanto ao catalão espanholista gostaria que me explicasse a votação dos catalães na “Esquerra republicana catalá”, ou será que para ele os catalães devem ser obrigatoriamente “espanholistas”….

Se calhar ainda vai descobrir que está em minoria na Catalunya!

Saudações

Comentar por Miazuria

Caro Arqueofuturista,

Fiquei bastante lisonjeado com a sua visita e com as palavras que deixou. Mais do que um elogio, são um estímulo a todos os que se empenham na luta contra a aberração do multiculturalismo.
Também quero aqui congratulá-lo por esse trabalho que – como outrora eu disse ao Silver do Observatório da Jihad – mesmo parecendo insignificante, quiçá torna-se-á parte da história!

Forte abraço.

Comentar por Martel

Ora aqui está uma Europa do agrado de todos

Abraço

Comentar por Pantera

Viva amigo Miazuria. nem por um momento julguei que poderias discordor de mim :)

Um abraço e até breve.

Caro Martel, não tem de agradecer as minhas palavras, pois escrevi as mesmas com plena convicção e pelo particular gosto que me dá verificar que crescem dia para dia as hostes que se insurgem contra o mais perigoso e nefasto mito de que a Europa alguma vez padeceu; o multiculturalismo.

Continue o excelente trabalho que tem vindo a desenvolver e não duvide em momeno algum que está a fazer história, a história da resistência europeia face à barbárie e face à sua próprio extinção enquanto entidade bio-cultural e civilizacional.

Comentar por arqueofuturista

Esplêndido cartaz, parabéns. De facto, urge reconhecer o direito à soberania de todas as nações europeias que estão neste momento submetidas a Estados plurinacionais – são elas a Galiza, a Catalunha, Euskadi (País Basco), Bretanha (Breizh), Cornualha (Kernow), Cymru (Gales), Alba (Escócia), Ulad (Ulster, que é parte do Eire ou Irlanda), entre outras…

A Catalunha, em concreto, tem tanto direito à independência como Portugal. A língua catalã é aliás ainda mais diferente da castelhana do que o Português… Quando em 1640 Portugal conseguiu restaurar a sua independência, os revoltosos catalães tentaram conseguir o mesmo na Catalunha, mas falharam. E falharam porque os Castelhanos, no momento das duas revoltas, preferiram orientar o grosso das suas tropas para a Catalunha. Se tivessem decidido ao contrário, possivelmente Portugal estaria hoje na mesma situação em que a Catalunha se encontra.

Quanto ao aproveitamento esquerdista que se fez de certos nacionalismos, tal sucedeu precisamente porque as forças de Esquerda foram suficientemente matreiras para usar a seu favor as injustiças existentes. Souberam por isso usar o Nacionalismo como vector de desestabilização.

Por conseguinte, o que os verdadeiros nacionalistas têm a fazer é tirar essa(s) bandeira(s) das mãos da Esquerda. ´

Nacionalismo sempre – subordinação, nunca.

Comentar por Caturo

Em sento europeu i català, no espanyol, i aquest cartell em sembla molt positiu en reflexar una realitat nacional amagada pero tanmateix ben viva de la nostra Europa. Vull afegir també que els espanyols que no respecten el dret a l’autodeterminació dels catalans, bascos i gallecs són els mateixos que insisteixen en que el destí natural de Portugal es ser annexionat i dissolt a l’estat espanyol. És evident que no serà amb actituds com aquesta que bastirem la nova Europa. La nova Europa on la seva rica realitat etnocultural pugui desemvolupar-se plenament. Combatent la passivitat i la desconeixença de massa europeus front la massiva i descontrolada immigració africana, asiàtica i amerindia que aquesta pateix pero també, alhora, vells i reaccionaris estats com l’espanyol més pendents de conservar el seu poder que en assegurar un futur a Europa i el seu patrimoni etnocultural. Enhorabona per aquest bloc!!

(Me siento europeo y catalán, no español, y este cartel me parece muy positivo al reflejar una realidad nacional escondida pero sin embargo bien viva de nuestra Europa. Quiero añadir también que los españoles que no respetan el derecho a la autodeterminación de catalanes, vascos y gallegos son los mismos que insisten en que el destino natural de Portugal es ser anexionado y disuelto en el estado español. Es evidente que no será con actitudes com esta que construiremos la nueva Europa. La nueva Europa donde su rica realidad etnocultural pueda desarrollarse plenamente combatinedo el desconocimiento y la pasividad de demasiados europeos ante la masiva y descontrolada inmigración africana, asiatica y amerindia que esta padece pero también, a la vez, viejos y reaccionarios estados como el español más pendientes de conservar su poder que en asegurar un futuro a Europa y su patrimonio etnocultural. Felicidades por este blog!!)

Comentar por Bruno

so sabem falar dos outros mas nem olham pa dentro

costuma-se dizer, quem tem telhados de vidro nao atira pedras

todos aqui concordam que essas naçoes se tornem independentes, mas quanto ao norte de Portugal, que é parte da Galiza, aí ja ninguém concorda. É um caso semelhante ao Basco, que esta dividido entre Espanha e França. Decerto todos aqui concordam que ambas as metades Bascas se tornem independentes e se unam, pena é que não concordem o mesmo para as duas metades Galaicas, Galiza e Norte de Portugal. Aí claro o interesse imperialista do vosso país fala mais alto e já arranjam todos os argumentos e mais algum para dizer que não. O mesmo fazem os Franceses quanto à Bretanha e Normandia, o mesmo fazem os Ingleses quanto a Gales e Escócia, e o mesmo fazem os Castelhanos.
Portanto não vejo nenhuma moral para estarem a falar deste assunto quando dentro das vossas fronteiras defendem o oposto. Quem nao vos conhecer que vos compre

Comentar por Calaico

Apreciado Bruno, muito obrigado pels simpáticas palavras e por nos ter obsequiado com esse bonito idioma que é o catalão. Não acrescento nada mais ao que escreveu, pois corroboro sem hesitação aquilo que expressou.

Comentar por arqueofuturista

Calaico, não duvide que lhe daria toda a razão e apoio se houvesse algo de verdade naquilo que escreveu, o que não é o caso.

O mapa apresentado foi obra de independentistas da Sardenha, map este que, pelo que tenho visto, corresponde integralmente aos desejos de todos os movimentos irredentistas europeus e nunca em caso algum vi Portugal ser amputado da sua região norte. Aliás, o Calaico, sem disso dar conta, faz a correcta distinção entre Galiza e norte de Portugal, e não entre a Galiza e uma pretensa Galiza do Sul inexistente.

Mais, não conheço nenhuma pretensãodos nacionalistas galegos em anexarem o norte de Portugal. Pelo contrário, sei da existência de individualidade e movimentos galegos que pretendem a inclusão da Galiza em Portugal, pela comum raiz etno-cultural.

Por fim, advirto o Calaico que deverá evitar expressões depreciativas e ofensivas, sob o risco de não ver mais comentário algum seu aqui publicado.

Comentar por arqueofuturista

De facto, a arenga do que assina «Calaico» não tem sentido. A comparação que estabelece não tem qualquer sentido, uma vez que, infelizmente para as suas pretensões regionalistas «pimbalhisticamente» trajadas de nacionalistas, não há nenhum idioma diferente no norte de Portugal. Da Galiza ao Algarve, a Nação fala uma só língua, ao contrário do que sucede nos casos da Bretanha vs. França, de Gales e Escócia vs. Inglaterra e de Euskadi, Catalunha e Galiza vs. Castela.

Comentar por Caturo

E o mirandês?

Comentar por WildFaun

Caro wildfaun, o Mirandês é um dialecto regional, não uma língua, e os mirandeses etnicamente não diferem em nada dos restantes portugueses. Não me admiraria de que dentro de alguns nos o Açoreano seja considerado também um dialecto regional, mas somente isso, regional e nada mais do que isso.

Comentar por arqueofuturista

Arqueofuturista: Dialecto? Mas se o Mirandês é, a par do Português, língua oficial de Portugal…

Comentar por WildFaun

Wildfaun, tem razão no que afirma, mas, ainda assim, o mirandês não é mais do que isto e assim deverá ser tipificado:

«linguagem peculiar a uma região, não diferindo essencialmente da linguagem das regiões vizinhas; cada uma das línguas que se consideram variedades do mesmo tipo fundamental; provincianismo.»

Comentar por arqueofuturista

Hum, certo, mas isso não se aplica igualmente ao português e ao castelhano por exemplo?

Comentar por WildFaun

Ora aí está uma boa questão e que reforça aquilo que neste espaço se tem vindo a transmitir, ou seja, que todos nós, europeus, temos uma única e comum cultura e uma língua ancestral que mergulha nas vetustas raizes indo-europeias.

Comentar por arqueofuturista

lol e ora ai esta uma boa maneira de fugires ao assunto caro arqueofuturista ;)

repito o que o Wilfdfaun disse, isso não se aplica ao português e castelhano?

«linguagem peculiar a uma região, não diferindo essencialmente da linguagem das regiões vizinhas; cada uma das línguas que se consideram variedades do mesmo tipo fundamental; provincianismo.»

Que eu saiba o Portugues também nasceu assim. Só se falava na Corunha..

E se formos a definir nações pelas linguas como o senhor Caturo falou, então temos de dar independencia a Miranda do Douro. Talvez ela até se junte às Asturias, já que a lingua tem origem nas Asturias se não me engano.

Cuidado quando definem nações.
Essa de definir nações à custa da lingua é de uma estupidez primária. Se assim fosse, várias áreas da Alemanha seriam uma nação à parte. Se assim fosse então também não tinha sentido a Itália do Norte lutar pela sua independência.

Comentar por Gorp

Não é uma maneira de fugir ao assunto mas antes de encarar o mesmo com objectividade e de forma consequente com aquilo que vem sendo apresentado neste blog.

A questão das línguas tem muito para dizer mais ainda para escrever, sendo exaustivo abordar tal matéria agora. Porém, o português, ou o galaico-português, é uma ramagem de um ramo (latim) de uma única árvore (indo-europeu) e é isso que merece a nossa atenção.

Não creio que o Caturo tenha alguma vez definido a nacionalidade de um povo somente pela sua língua, já que esta é apenas um dos diversos elementos necessário para a composição e existência de uma Nação. Enquanto identitários jamais poderemos definir, e aceitar, a nacionalidade de um povo assente na língua. Isso é o que fazem os nossos multiculturalistas governantes e demais quejandos.

Comentar por arqueofuturista




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