Orgulho
Janeiro 21, 2007, 10:30 pm
Filed under: Raízes


55 comentários so far
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Com imagens destas é impossível não sentir orgulho pela nossa herança étnica, não haja dúvida!

Comentar por WildFaun

hummm, muito parecida com a noSSa Joana Amaral Dias… hehehehe, não resisti! há algo nela…

Comentar por Sucellus

Realmente camaradas é um orgulho pertencermos a tal estirpe que produz seres tão belos. Acaso existe mulher mais bela, mais bonita, que a mulher branca?

Quanto à Joana Amaral Dias, enfim, somente um eclipse da razão terá levado tal mulher a perfilhar ideais que, paradoxalmente com a imagem dela, promovem a fealdade.

Comentar por arqueofuturista

É um orgulho pertencermos a tal estirpe? Que estirpe? A minha «estirpe» é atlanto-mediterrânica, não nórdica ou báltica como a rapariga da foto. Também as há portuguesas, mas daí a equiparar-me com nórdicos…

Comentar por PP&I

E a Joana, Joaninha para os amigos, portanto, a Joana é uma senhora!! Penso que engravidou com 20 e poucos anos, nos EUA, durante a licenciatura ou mestrado, e teve a criança. Hoje tem 30 e poucos anos, mãe solteira, com um filho com uns 8 anos. Podia ter abortado, mas decidiu tê-lo. É de louvar!!

Comentar por Sucellus

Ó PP&i não tenho pachorra alguma para esse complexo próprio de gente pequenina. Se abomino o Nordicismo, esse racismo primário e carente de base científica propalado por alguns “nacionalistas” germânicos e escandinavos e imitado (por ignorância) por alguns equivocados nacionalistas sul-europeus, detesto em igual medida esse ressentimento, espécie de frustração de gente insegura e com baixa auto-estima, em relação a imagens como aquela aqui apresentada. O problema é que para si, e aqui apanho o exemplo já citado da Joana Amaral Dias, tipas como ela são exaltação do nordicismo, mesmo sendo ela portuguesa de raíz…

Amigo Sucellus, não sejas assim tão mauzinho para a Joaninha. A moça é pelo Sim no referendo porque obedece à agenda política do Louçã e demais comparsas bloquistas.

Comentar por arqueofuturista

Folgo em ver que não é um desses nacionalistas sul-europeus equívocados. Quanto à acusação de complexado não passa de retórica infeliz e oportunista. Muito pelo contrário, não tenho complexos em ser português, contrariamente a muitos dos seus compagnons de route. Por isso mesmo acho incompreensível a identificação com outros povos e culturas por muitos nacionalistas portugueses. Há portugueses nórdicos. Facto notório. Mas os nórdicos não são representativos da generalidade dos portugueses. E não deixa de ser curioso que os nacionalistas portugueses (ou para ser simpático, alguns nacionalistas portugueses) não disponham imagens de gente morena em cartazes, autocolantes, páginas de internet, etc. Quem é afinal o complexado?

Comentar por PP&I

Errata: A palavra «equivocado» não leva acento agudo.

Comentar por PP&I

Caro Arqueofuturista:

Como sabes que ela é orgulhosa de ser Europeia? Acaso já estiveste de conversa com ela? ;)

Mas agora a sério, estou muito pessimista. Não sei se terá tanto orgulho em pertencer à mais brilhante civilização de todos os tempos. Sinais dos tempos… De qualquer forma isso não nos tira o orgulho a nós: De Mozart a Bolztmann estivemos em todas caramba!

Um abraço e até breve.

Comentar por Santarém Identitiária

PP&i o seu discurso continua a transpirar a um complexo de inferioridade, sentimento que não partilho pois tenho público orgulho na minha condição de português e europeu. A sua apetência par considerar as pessoas de cabelo loiro como nórdicas também me parece derivar de algum preconceito mal digerido, pois ter o cabelo loiro e/ou olhos azuis não implica que se seja nórdico (os russos, os polacos ou húngaros não são nórdicos e um amplo segmento da sua população tem o cabelo loiro). Há portugueses loiros como há portugueses com o cabelo castanho, há portugueses com o cabelo liso e há portugueses com o cabelo ondulado, há portugueses altos e há portugueses baixos, tal como há alemães com estas mesmas características.

O seu complexo esteriotipado que deixa transparecer uma opinião de que os loiros são os arianos, a raça superior, revela que se deixou formatar pelo sistema ou, porventura, viu demasiados filmes Hollywoodescos. Os nacionalistas que refere, esses que tem a obssessão com os nórdicos, padecem do mesmo sintoma.

Por fim, coloquei a imagem desta rapariga, que por acaso é loira, porque a considero bonita, de uma beleza de que somente a nossa estirpe oferece ao mundo. Numa próxima vez, eventualmnte, colocarei uma morena ou uma ruiva, aí quero ver do que serei acusado. No caso da ruiva será de celtismo?

Comentar por arqueofuturista

Caro amigo C. (Santarém-Identitária), infelizmente não estive com ela, até porque gostaria de trocar algumas palavras com ela. ;)

Possivelmente até terás razão, se calhar será mais uma rapariga formatada por este «sistema de assassinar dos povos», desenraizada, etnomasoquista, farta de homens europeus desvirilizados, sendo que, envenedada pela propaganda multiculturalista MTV, até não seria de espantar que namore com um alógeno, já que isso é in, é moda.

Ainda assim, olhando para ela não podemos senão ter orgulho em que as nossas mulheres sejam as mais belas que a humanidade produziu e viu.

Comentar por arqueofuturista

Não seja vezeiro em inventar contradições nos meus comentários que não existem. É verdade que há portugueses louros, alguns (poucos) nórdicos, mas não são representativos da generalidade do povo português, tipicamente mediterrânico. De algumas, poucas reconheço, imagens propagandísticas que vi em páginas nacionalistas, não presenciei um único semblante mediterrânico. Mais: a generalidade dos «nacionalistas» portugueses, salvo as excepções da Causa Identitária e mais um ou outro, identifica-se com panteões, mitologia e cultura germânicas. As alcunhas e/ou pseudónimos com que assinam as mensagens escritas num português incorrectíssimo são alemãs ou inglesas. Há quem rejeite Camões por causa de Dinamene e Fernando Pessoa pela sua ascendência judaica. E depois sou eu que tenho complexos de inferioridade? Por favor!
Que fique bem claro: Não tenho nada contra portugueses louros, alvos e de olhos azuis. Nem contra portugueses orgulhosos de o serem. Tenho sim, repulsa contra «nacionalistas» complexados com a sua identidade a ponto de ficcionarem realidades que só existem nas suas cabecinhas saturadas e arruinadas. Antes do seu esclarecimento, julguei tratar-se de mais um. Ainda bem que não o é. Mas se tem orgulho na sua herança étnica, por que motivo não publica uma imagem de uma modelo portuguesa? Olhe, a Cláudia Vieira, por exemplo.

Comentar por PP&I

Começo pelo fim, nomeadamente pela Claudia Vieira, para dizer que é de facto uma mulher fisicamente extraordinária, assim como, a título de exemplo, a Soraia Chaves, entre tantas outras mulheres lindíssimas de cepa lusa.

No que concerne aos nacionalistas que adoptam pseudos germânicos/nórdicos prende-se pelo fascínio que nutrem particularmente pelo Nacional-Socialismo, ainda que muitos sem perceberem que o Nacional-Socialismo fundamentalmente representa, já que muitos desses nacionalistas são pessoas bastante jovens e que idealizaram uma errónea concepção do NS resultante daquilo que Hollywood lhes transmitiu.

Comentar por arqueofuturista

Então e a Isabel Figueira? Isso sim! ;)

Comentar por Vanguardista

«Mais: a generalidade dos «nacionalistas» portugueses, salvo as excepções da Causa Identitária e mais um ou outro, identifica-se com panteões, mitologia e cultura germânicas. As alcunhas e/ou pseudónimos com que assinam as mensagens escritas num português incorrectíssimo são alemãs ou inglesas.»

A culpa não é deles, também são vitimas do sistema mundialista que dizem combater. É triste, mas é a realidade.

Comentar por Vanguardista

Prezado Vanguardista, a Isabel Figueira… o que dizer da Isabel Figueira, é uma mulher portuguesa com toda a certeza.

Já quanto à outra observação, tens razão quando dizes que são vitimas do sistema mundialista, mas acrescento que são vitimas voluntárias, pois a partir do momento em que se descobre o nacionalismo e todas a correntes ideológicas a ele inerente, com toda a informação disponível particularmente na internet, só se mantém nessa teia mundialista quem quer.

Comentar por arqueofuturista

“só se mantém nessa teia mundialista-Hollywoodesca quem quer!”

Sem dúvida que já era altura de, no mínimo, mudarem o visual, entretanto poderia ser que o conteúdo do crânio viesse a seguir e daí as acções…
Quem sabe…!?

Comentar por Legionário

Bueeeno….
Vamos a ver: La chavala esta bien, pero:
-Posiblemente no sea el prototipo de Portu ni de Española, vale, pero consideremos las riquezas de tono de nuestros paises… (en España puedes encontrar desde rubios de apariencia nórdica (pej. aqui en Galicia abundan) hasta morenas sugerentes y sensuales.
-Por otra parte, puede ser q esta chica no sea Identitaria, pero es más el simbolo que la persona en sí.
-No es que nos identifiquemos artificialmente con lo germánico (o sí, pues en la peninsula hubo reinos germánicos, y durante la reconquista mucho poblador franco y borgoñón). También tenemos una riquísima y principal herencia romana, luz y guía de la cultura occidental (pues si quereis poner a la Loren hace 40 años, también me apunto)
-Bueno, creo que le sacais más punta de la que tiene, pero bueno, si mi amigo Arqueofuturista me consigue por fín el número de teléfono de la otra rubia, la de hace unas semanas,pues encantado.
Por cierto,¿alguien quiere comentar sobre los disturbios de Alcorcón?

Comentar por Pepin

Tenho de começar por repetir o que já aqui foi dito – que, embora o tipo físico atlanto-mediterrânico seja maioritário em Portugal, há também portugueses de tipo nórdico, e não são menos portugueses por isso.

Recordo, já agora, que Camões dizia que o Povo considerava mais bela a mulher loira de olhos azuis. E isto diz respeito a uma época muito anterior à dos NS…

Aproveito para dizer que, em termos estéticos, também costumo considerar a mulher do tipo nórdico como sendo, geralmente, a mais bela.

Agora, quanto à germanofilia de alguns camaradas nossos, torna-se contraproducente quando ocupa totalmente os gostos e as atenções dos mesmos, é verdade. Mas isso não é culpa do sistema mundialista. É só uma mistura de preguiça com fascínio excessivo pela raiz do NS, que é alemã. É mais fácil e confortável deixar-se ir na onda da estética nórdica, porque é isso que lhes vai parar às mãos quando procuram fontes que os inspirem no combate nacionalista e racial. E não pensem que o fenómeno é exclusivamente português, visto que também em Espanha, em Itália e na Rússia há milhentos camaradas a exaltar os elementos culturais alemães e escandinavos. Talvez alguns de vocês tenham visto um filme de skinheads italianos em que os «nazis» tinham uma cave enorme como sede onde preparavam os ataques e dançavam a fazer sieg heil, saltitando em jeito de sempre-em-pé com o braço direito em saudação romana… recordem-se que, na cerimónia de iniciação ao grupo, o que se fazia era gravar a runa do Deus Nórdico da Guerra Tyr num braço do iniciando ou lá o que era… claro que se trata duma obra de ficção, mas quem a elaborou não inventava uma coisa dessas assim sem mais quê nem para quê. E, como sabem, há catrefas de casos afins nas hostes da extrema-direita da Europa meridional e oriental.

Do mesmo modo, já antes disso os NS Alemães tinham copiado a estética fascista, que é de origem latina e não nórdica.

O que o pessoal da militância política quer é dinamismo, é andamento, coisas em movimento – coisas que apareçam e brilhem. Portanto, coisas já feitas.

Dá muito mais trabalho e exige muito mais paciência o acto de se sentar a ler um livro sobre coisas pouco conhecidas da nossa ancestralidade dominante, há que ter isto em mente. E, no caso português, a situação é especialmente mais delicada, dado que, em matéria de ancestralidade, o que temos é essencialmente o veio lusitano, por um lado, e o romano, por outro.
A respeito do segundo, pouca gente terá grandes apetites, pois que, embora sejamos formalmente latinos, fomos todavia educados a pensar que os bandidos dos Romanos vieram oprimir os nossos antepassados Lusitanos.
No que toca ao primeiro, ao Lusitano, aquele ao qual o português comum, e especialmente o português nacionalista, reconhece legitimidade exclusiva como antepassado da Lusa Grei, sucede simples e tristemente que se sabe pouquíssimo, historicamente falando, e o pouco que se sabe é coberto pela névoa que gera indefinição. E, vai daí, acaba por ter mais «elan» falar de runas, de Valquírias, de Wotan, de Wagner, de Vikings, do que puxar pela herança empoeirada para exaltar os castros, as trísceles castrejas, os torques, as vírias, Viriato, Sangre Cavallum, e os sagrados nomes de Neton, Trebaruna, Nábia, Atégina, Endovélico, Bandia, etc…

Comentar por Caturo

Camarada Legionário, a questão do visual é importante, é certo, afinal queremos que o povo se identifique connosco, e não que nos olhem como seres excêntricos, mas creio que o essencial está na auto-formação, na atitude diária, na exposição dos ideais que se diz defender. Enquanto não se compreender isto tudo não passará de uma fanatasia desprendida da realidade.

Amigo Pepin, nada a acrescentar na sua sintética análise. Em pleno acordo. Já quanto ao número de telefone destas jovens que aqui vou apresentando, lamento, lamento desapontá-lo, mas a verdade é que tenho tantas amigas que acabei por perder o número de telefone dessa… :)
No que concerne aos distúrbios de Alcorcón, poderá ser tema de um próximo postal. Ou melhor, porque não redige um artigo sobre esses acontecimentos? Publicá-lo-ia com todo o gosto, até porque a sua/nossa posição ideológica não difere muito. Fica o convite.

Prezado Caturo, vais perdoar-me, mas apesar de teres escrito tanto, não vou contestar, e não o farei porque subscrevo integralmente o que por ti foi escrito, salientando a seguinte passagem, a qual me parece descrever plenamente o problema fulcral de que padece o nacionalismo em Portugal, e até na Europa: « Dá muito mais trabalho e exige muito mais paciência o acto de se sentar a ler um livro sobre coisas pouco conhecidas da nossa ancestralidade ». Pois é, olvida-se que um soldado político, o homem completo é aquele que pensa como homem de acção e que age como homem de pensamento.

Comentar por arqueofuturista

“No que toca ao primeiro, ao Lusitano, aquele ao qual o português comum, e especialmente o português nacionalista, reconhece legitimidade exclusiva como antepassado da Lusa Grei, sucede simples e tristemente que se sabe pouquíssimo, historicamente falando, e o pouco que se sabe é coberto pela névoa que gera indefinição. E, vai daí, acaba por ter mais «elan» falar de runas, de Valquírias, de Wotan, de Wagner, de Vikings, do que puxar pela herança empoeirada para exaltar os castros, as trísceles castrejas, os torques, as vírias, Viriato, Sangre Cavallum, e os sagrados nomes de Neton, Trebaruna, Nábia, Atégina, Endovélico, Bandia, etc…”

Caturo, e tu criticas mas depois cais no mesmo erro e tambem pareces mostrar que tens alguma preguiça para ler historia e saberes do teu povo.
Estavas tu muito bem a dizer que somos Lusos e a puxar a herança Lusitana e depois misturas coisas Galaicas com Lusas, pareces fazer alguma confusao. Castros, trisceles castrejas são proprias da cultura do povo Galaico da Galiza e Norte de Portugal, não do povo Lusitano.
Sangre Cavallum também é uma banda do norte de Portugal e não Lusitana e pelas suas entrevistas estão mais interessados na Galécia e desprezam Portugal ou Lusitanismos como podes ver neste excerto:

“- As a Callaecian, how do you see Europe? Do you feel part of this union of nations or do you prefer to withdraw into your local region to preserve it?

I care for my old region Callaecia in every way concerning its survival and protection. I have a great respect the European fatherlands (and their endless peoples), but not for the nation-states which are united for the convenience of blind comfort and wealth. The absence of self-determination leads to a collective consensus for purely administrative purposes. No ‘ethos’ exists behind this non-primordial hegemony of contemporary Europe. I do not feel part of anything apart from my native land.”

É lamentavel um erro desses Caturo. Se ainda estivesses a falar dos Galaicos e Lusitanos, ok, mas tu só estavas a falar dos Lusitanos, portanto não metas coisas Galaicas ao barulho!!
E por favor deixem de referir uma banda Galaica que despreza Portugal, como uma banda de orgulho Lusitano que isso só nos fica mal. É que já estou farto de ver isto e acho ridiculo.

Já agora outra coisa de lamentar, é que a maioria de nós tanto fala em historia e orgulho lusitano, mas depois na hora de mostrar mulheres da nossa terra maior parte das vezes vai buscar as mulheres do norte de Portugal, que de Lusitanas não têm nada.
É que o nosso povo apesar de adorar a historia lusitana e adorar dizer que é Lusitano, quando toca a mostrar mulheres ou mostram nordicas ou mostram nortenhas Galegas, mas lusitanas muitas raras vezes o fazem.
Por acaso os nomes das Portuguesas que aqui referiram penso que se tratam de Lusitanas, mas maior parte das vezes referem sempre mulheres do Norte como representativas do nosso povo Lusitano, o que é de lamentar. Parece que não temos orgulho no que somos.

É nas mulheres, é no que toca a falar de bandas (Sangre Cavallum são Galaicos e desprezam a unidade Galaico-Lusitana), é nos simbolos (trisceles são Galaicos), enfim parece que a unica coisa que gostamos é de dizer que somos Lusitanos e falar um pouco da nossa história, de resto vamos buscar coisas sempre la fora à Galécia ou aos países Nórdicos.

Comentar por Tomas

Confesso que tens alguma razão no que dizes Tomás.
Também não sabia que Sangre Cavallum tinham esses ideais e ainda me custa a acreditar, pois tantos nacionalistas portugueses elogiam e usam a banda nas suas páginas!
Tens a morada da entrevista? Acho que só quando vir acredito.

De resto os meus parabéns ao arqueofuturista pelo excelente blog
Continua assim

Comentar por Vil

Mouros do caralho! Tomem lá se souberem ler inglês.. E deixem de se apropriar dos nossos símbolos e das nossas mulheres!!

Comentar por ANTI-MOUROS

Escusado será dizer que o bandalho que estas palavras aqui deixou não volta a deixar testemunho nas caixas de comentários deste blog.

Comentar por arqueofuturista

Ora vejam se tomam consciência de uma coisa.
O Nacionalismo em Portugal nunca vingará pois existem alguns problemas que os Nacionalistas (filiados) não conseguem ver por pura pequenez e inferioridade intelectual.
Vá lá, vamos ver que não é dificil:
LUSITÂNIA+GALAÉCIA=PORTUGAL
PORTUGAL=LUSITÂNIA+GALAÉCIA
e por colonização:
PORTUGAL=LUSITÂNIA+GALAÉCIA+ALENTEJO E ALGARVE (e algumas regiões de Espanha onde ainda hoje o Português é falado como Olivença e Alcantara)

Depos o Nacionalismo nunca vingará pois para os olhos do povo vós não passais de um grupo de nigga killers violentos e assassínos. Procurem, antes do apoio a simpatia da população.
Depois, arranjem apoiantes entre os imigrantes negros, dizendo que pelo justo paga o pecador e que existem alguns imigrantes negros decentes mas que a maioria terá de se ir embora e coisas assim. Senão… Modernizem-se fds

Comentar por Camões

Camões, a questão de Portugal=Lusitânia+Galaécia é sobretudo uma falsa questão animada por sectores ultraminoritários e desprovidos de real sustentasão histórica, além de carecerem totalmente de compreensão ou apoio popular.

Por outra parte, há que convir que NÃO existe UM nacionalismo, mas antes vários nacionalismos, isto é, diferentes correntes de pensamento que partilham entre si alguns conceitos, mas que diferem ideologicamente e estrategicamente. Logo, torna-se descabido e até injusto “colocar tudo no mesmo saco”.

Com um pouco de mais atenção verá com certeza algumas diferenças no discurso adoptado neste blog em comparação com outros, assim como irá deparar-se com diferentes realidades se atentar melhor nas organizações existentes no espectro nacionalista em Portugal.

Comentar por arqueofuturista

É exactamente essa diversidade que tem de ser extinta.
Ou nos unimos ou continuaremos a ser marginalizados!
Eu acho que antes demais deveriamos fomentar o nacionalismo não em Lisboa, mas no povo do Interior (e Galego também, porque não?) que de certeza é mais homogéneo e receptivo.
É claro que nunca devemos deixar apagar o nacionalismo em Lisboa!

Comentar por Camões

Certamente pela idade que terá ainda não percebe que a almejada unidade é um mito, uma utopia. O que importa é acima de tudo cada um seguir o seu caminho e fazer aquilo que acredita ser o melhor pelo seu povo.

De resto concordo, apoio o regionalismo, a recuperação das identidades regionais, as quais irão reforçar por conseguinte a identidade nacional. Ou não fosse eu identitário.

Comentar por arqueofuturista

ARQUEOFUTURISTA!

Comparar esta loira com a Mónica Belluci é um ultraje ás morenas!

Comentar por Camões

pois as morenas, sendo representadas pela MB, ficam sempre a perder…
O que não corresponde á verdade…

Comentar por Camões

Ok, já vi que você ou idolatra loiras ou não vai mesmo à bola com a Monica Bellucci.

Olhe que entre esta loira e a MB eu opto de caras pela segunda, e não tenho dúvidas que a maioria dos homens também.

Comentar por arqueofuturista

Eu opto pela primeira.
Gostos não se discutem!

Apesar de eu ter a utopia que este tipo de gostos que discutimos são universais.

Quanto á idolatração de loiras… é falso (acho eu)! Daqui a bocado acusa-me de nordicismo!

O que eu (e o resto da Humanidade, infelizmente) idolatro mesmo são Europeias (os segundo alguns Arianas para não deixarmos de fora as Persas e o top milhão e meio de Indianas).

Cumprimentos

Comentar por Camões

Muito bem, não nos iriamos zangar, você ficaria com a primeira e eu com a segunda.

Nordicismo! Não nunca, pelo que leio nos seus comentários é inteligente o suficiente para não defender patetices.

«O que eu (e o resto da Humanidade, infelizmente) idolatro mesmo são Europeias»

Ora aí reside uma verdade insofismável. A mulher europeia é o fruto mais apetecido, a jóia da coroa, e todos sem excepção a desejam àvidamente. Há que defender e proteger a nossa maior riqueza aficadamente.

PS/ Tem de me explicar melhor o que é, ou quem são, o top milhão e meio de indianas.

Comentar por arqueofuturista

Ora, caro Arqueofuturista concordo plenamente!

Quanto ao top India procura no google “Aishwarya Rai”.
É que devido á enorme população Indiana deduzo que acha um milhão e meio de meninas dessa raça:
Mulheris Suprioris Boazensis

Comentar por Camões

A sua teoria de um milhão e meio de indianas bonitas é no minímo curiosa. A acriz Aishwarya Rai é de facto muito bonita. Ela pertence a uma comunidade denominada Bunt, descendentes por certos dos arianos, sendo que bunt em sânscrito quer dizer soldado/guerreiro, o que indica que os bunt seriam inevitavelmente uma casta superior.

Comentar por arqueofuturista

Pois, vá se lá ver…

Alguns dizem que a religião Hindu é a religião viva (e dinâmica) mais próxima do Paganismo Europeu. Especialmente se lhe soubermos (eu não sei) tirar influências Dravídicas. Outra religião interesante é o “Zoroastrismo”.

Comentar por Camões

Sem dúvida alguma que o Hinduismo é a maior religião pagâ/politeísta do mundo e que teve a sua remota origem aquando das invasões arianas para o subcontinebte indiano. O Zoroastrismo é outra religião marcadamente ariana, não fosse ela originária do Irão, palavra que significa terra dos arianos.

PS/ O mail que acompanha as suas mensagens está operacional?

Comentar por arqueofuturista

Não, não está!
Mandou-me algum mail arqueofuturista?
É que eu posso divulgar o meu mail se for esse o caso…

Comentar por Camões

Não, não enviei qualquer mail, apenas pensei que eventualmente poderemos trocar ideias por essa via, mais confidencial.

Em todo caso fica aqui um mail para o qual poderá enviar o seu mail se desejar: arqueofuturista@yahoo.co.uk

Se tiver messenger poderá adicionar-me através deste: portugal-velho@hotmail.com

Comentar por arqueofuturista

Creio que os caros senhores têm complexo de inferioridade em relação à virilidade demonstrada pelos povos africanos

Porque é que será que vemos tantas belas Europeias como a que está aqui representada caminharem alegremente com homens de estirpe africana? Será porque compõem belas sinfonias musicais tais como refere o arqueofuturista com Beethoven?

Cumprimentos

Comentar por João Filipe Ferreira

Caro arqueofuturista

Existe aqui um pequeno lapso que é necessário esclarecer.
É certo que as estirpes de mulheres boreais obedecem a certos padrões de beleza e candura inigualáveis tal como está representada nesta bela mulher que se diz europeia mas que tem nome de eslava (Katya). É certo que é uma mulher linda com corpo escultural, elegante e cujos traços corporais estabelecem regras divinas.
Mas renegar as mulheres africanas para segundo plano, ou um plano de inferioridade genética é deveras uma acto de pura burrice e incultura.
Pois meu caro, a verdadeira Eva bíblica era africana. Estude um pouco de antropologia para perceber que a humanidade veio de África. Depois duas vertentes se estabeleceram, os homens que ficaram no sul na zona da Mesopotâmia, e os homens arianos que se estabeleceram no Cáucaso, aqueles que Hitler dizia ser herdeiro.

Mas a génese de ambos encontra-se em África. Ou será preciso esclarece-lo com uma pequena aula das teorias evolutivas de Darwin? E não há superioridade nem inferioridade de raças, não estamos a falar de cães!

Pode argumentar que a imigração provoca criminalidade, tal não o nego e até concordo consigo, mas estabelecer hierarquias raciais nada tem a ver com a razão ou a consciência.

É certo que não houve Beethovens em África, nem Newtons no Senegal, nem Einsteins na Mauritânia, mas também não foi o Zambé do Ruanda que criou a bomba atómica, nem foi Zacarias da Guiné que criou os campos de concentração que exterminarão milhares de vidas. Por isso, caro arqueofuturista pensa duas vezes antes de estabeleceres superioridades raciais perante o divino.

E termino-te referindo esse homem meio Germano, meio latino, homem douto e culto, que é um marco da cultura ocidental: Voltaire.
Se leres o Cândido, verás que Cândido é alemão, e é maltratado pelos Búlgaros, povos eslavos, e passeia pelo mundo e tem um mundo de peripécias. E repara como a sua amada, é tomada com tanta virilidade pelos homens africanos, pois segundo o próprio Voltaire os Europeus tinham leite nas veias, enquanto os homens africanos carregavam fogo no corpo.

Não foi aquele atleta americano que nos jogos olímpicos de Berlim, de certa forma humilhou o Keiser Hitler, na sua própria casa?

Cumprimentos

Comentar por Baltasar

Virilidade demonstrada pelos povos africanos em quê concretamente? Na violência grupal que demonstram diariamente nas diversas cidades e subúrbios europeus, tendo por ídolo o 50cent? Ou, em alternativa, na bárbara agressividade tribal das catanadas e dos peneus a arder em torno da cintura da vitima?

Não sei se o João Filipe Ferreira é negro, se não é deixa, contudo, bem patente o seu real complexo de inferioridade, expresso na mais reles e etnomasoquista adulação do Outro. Se, pelo contrário é negro, bom, então melhor do que ninguém saberá porque é que algumas mulheres europeias caminham, não diria alegremente mas oportunisticamente, com homens de estirpe africana. Será que tem alguma relação com a promoção (exercida pelos europeus e euro-descendentes, sublinhe-se) da raça negra, paralelamente posta em prática com a difusão por todos os meios, inclusive nos manuais escolares, de que a raça branca é culpada de todos os males do planeta em todoas as épocas e continentes? Acaso terá alguma relação com o facto de vivermos num sistema materialista onde quem possui muito dinh€iro é transformado num Senhor, mesmo não sabendo, em muitos casos, interpretar uma simples frase ou exprimir um raciocinio por mais básico que seja?

Enfim, poderia continuar, mas estou firmemente em crer que o João Ferreira sabe bem a que motivo se deve o facto de algumas das nossas mulheres optarem por se relacionarem com pessoas de outras raças.

Comentar por arqueofuturista

Baltasar, ainda que teria sido demasiado fácil desmontar as suas equivocadas observações, não o farei, e não o farei porque não tenho paciência para imbecis que padecem de um bizarro complexo de personalidade e que os impele a assinarem num postal como João Filipe Ferreira e noutro como baltasar.

Comentar por arqueofuturista

Por certo que o caro arqueofuturista se apercebeu e também não o tornei difícil, que o João Filipe Ferreira é o Baltasar, mas também não sou eu que se esconde por de trás de um pseudónimo que nem sei bem o que significa, perdão pela minha ignorância.

Se significa o arco do futuro, qual o é, interrogo-me eu. Se tem outro significado devo dizê-lo que o desconheço.

Em relação aos factos históricos que mencionei, e devo dizer-lhe que a verdade assenta na história, não obstante termos de olhar para o futuro, o caro revela revelar uma ignorância imperdoável para quem se quer afirmar como um moderador culto de um forum que vangloria a supremacia racial branca.

Afirmo, e reafirmo que por vezes a imigração pode aumentar a criminalidade, os movimentos de massas podem causar distúrbios mas a supremacia racial é algo que só Deus cabe estabelecer.

É evidente que os males da humanidade não podem ser incumbidos apenas à raça branca. Nunca me ouviu dizer tal coisa, mas é óbvio que todas as armas de destruição maciças, todas as armas biológicas, todas as armas químicas, bombas atómicas, vírus que arrasam vidas em todo o mundo, tanques ultra modernos, armas de alta tecnologia com capacidade para aniquilar o maior número de vidas; todas estas “tecnologias” forma criadas pela raça branca.

Talvez tenha razão quando diz que eu adulo o Outro, mas não são a caridade, a filantropia, a benevolência, a prática do bem ao próximo, actos do mais puro cristianismo ocidental branco?

É certo que esses vândalos e bárbaros das cidades modernas pilham lojas, incendeiam veículos, assaltam velhotas em autocarros, assaltam selvaticamente nos comboios da metrópole e muitas vezes assassinam impiedosamente. Esses europeus descendestes de africanos de segunda e terceira geração.

É certo que é em África que observamos todas aquelas calamidades como fome, miséria, guerras civis, distúrbios tribais, catanadas em inocentes e crianças. É certo que não existe planeamento familiar em África quando estes têm muitas crianças e procriam com muita frequência, mas deixe-me perguntar-lhe algo: Quem é que explora as riquezas no continente Africano? Quais as nacionalidades das companhias petrolíferas que estão em África? Quem é que explora os diamantes no continente africano?

A culpa não é somente dos brancos, mas é também dos brancos.

E termino-lhe dizendo, que os termos vândalo e bárbaro provêm exactamente do legado que os povos do norte, aos quais o Afonso Henriques é descendente, deixaram no império romano, ao qual a Lusitânia pertencia.

Seriam os vândalos e bárbaros brancos povos pacíficos?

Cumprimentos

Comentar por João Filipe Ferreira

E o Baltasar diz mais uma coisa que espero que o faça pensar.

Por que é que os Nazis, tinham campos de concentração para judeus brancos, e não foi encontrada nem um africano nesses mesmos campos.

Apenas para dizer que vocês não passam de ignorantes que adulteram o verdadeiro espírito da suástica, e canalizam todo esse ódio contra os negros, quando nunca formas os negros o alvo dos impérios da história.

Dizem-se nacionalistas… não foram os lusitanos que andaram por África a colonizar o continente à procura de riquezas para estabelecer a “civilização”?

Comentar por João Filipe Ferreira

De facto o João Ferreira (será mesmo o seu nome e apelido?) não se esconde detrás de um pseudónimo cjo significado ignora, revelando que se limitou a elaborar um juízo deformado do blog em questão, assim como do seu autor, com base apenas neste tópico. Contudo se o João ferreira não se esconde em pseudónimos, demonstrou gerir mal a sua identidade própria ao recorrer a um heterónimo para consubstanciar as suas afirmações primárias.

Noto que tem fome de conversa, mas infelizmente para si eu não tenho paciência para alimentá-lo.

Além disso, referir-se a mim como “supremacista branco” denota uma óbvia má fé e pior ainda interpretação do espírito que anima este blog, já que manifestamente confunde (equívoco comum em mentes preconceituosas e não poucas vezes lobotomizadas pela religião do anti-racismo) o orgulho, promoção e defesa da identidade etnocultural portuguesa e, por extensão, europeia, com supremacismo racial. Felizmente que todo o blog apresenta profusas provas que rebatem isso na perfeição, e não será um mero processos de intenções que irá desmentir o que é fácil de comprovar.

Quanto às questões colocadas, teria gosto em discuti-las e se necessário fosse, como parece ser o caso, em rebatê-las, já que se tratam de chavões do prêt-à-penser politicamente correcto , mas dada a sua intervenção pouco leal e clara neste blog obriga-me a não lhe dispensar a minha menor atenção.

Comentar por arqueofuturista

João Filipe Ferreira, em resposta à sua derradeira intervenção, lanço-lhe esta questão, a qual espero ser correspondida com honestidade; você é negro? Em caso afirmativo apenas poderei louvar a sua defesa da negritude, mesmo que assente num certo ressentimento, ainda por cima quando escreve tal libelo anti-europeu a partir de solo europeu. Se porventura não é negro, bom, então, apenas poderei lamentar a sua postura e asseverar que você padece de um grave problema do foro psiquiátrico.

Comentar por arqueofuturista

Não vou mencionar aqui questões de identidade psicológicas, em oposição a identidades físico-genéticas. Tal, está exposto em diversos manuais de psicologia ou mesmo psiquiatria, e muito pode encontrar a esse respeito nas culturas orientais.
O género, a raça, ou etnia não se resume às questões meramente genéticas e de aparência, mas muito mais às questões de foro cultural, como deve calcular.

Talvez tenha razão quando refere que padeço de um patologia psicossomática, não o nego, mas assevero-lhe que o propósito que me levou a escrever neste blog, não foi a ofensa, nem muito menos exigir-lhe o seu tão precioso latim.

Das palavras que escreveu, a única ideia que referiu à qual possa retirar alguma lógica, foi a do orgulho Português, e por conseguinte Europeu; o resto das ideias foi basicamente refugiar-se em considerações menos próprias em relação à minha pessoa. Não vou entrar em confronto directo com o caro bloguista, pois quero apenas debater as questões do tão afamado “Orgulho Branco” que vós tão entusiasticamente aqui elevam.

Não pretendo também aqui fazer um ensaio sobre a Portugalidade, mas bem sabe que Portugal ao longo da história sempre foi uma mescla racial, étnica e cultural. Estiveram por cá os Suevos, os Celtas, os Vândalos, os Bárbaros, que originaram os Lusitanos, estiveram os Romanos, os Mouros durante séculos, os Judeus, os Cristãos, e com as colónias os povos da África negra. Como reparou, o orgulho, em ser Português não pode estar por conseguinte relacionado directamente com a cor da pele.

Não nego que não haja um padrão genético, na identidade de um Português ou Europeu ancestral, mas talvez isso tenha acontecido há muitos séculos. Com as migrações, com os movimentos populacionais e por conseguinte culturais e étnicos, as nacionalidades foram enriquecidas e não adulteradas. Por isso aclamar o “Orgulho Branco” é contranatura e despropositado.

Cumprimentos

Comentar por João Filipe Ferreira

João Filipe Ferreira, está disposto a encetar um debate aberto ao público, num local próprio, e sobre o tema que aqui lhe parece tão apaixonante?

Comentar por arqueofuturista

A miúda é bonitinha,mas daí a dizer que só a raça branca é que produz exemplares destes…As mulheres mais bonitas do mundo,para mim,não são brancas,são as orientais,da Tailândia e Vietname.Portugal não é racialmente nórdico,é mediterrânico,de tez morena,não temos nada a ver com os germânicos e balto-eslavos.
Para a próxima,publica uma foto mais de acordo com a nossa realidade étnica.Loiras?Sim,até as há,mas umas saõ falsas e as outras contam-se pelos dedos…

Comentar por espéce de maquerreau

Amigos sou brasileiro, Filho de portugueses (meu pai é trasmontano e minha mae madeirense, da parte do meu pai a familia é bem aloirada… da parte da mae não mais mediterrania… nossa raça é linda… aqui no brasil está um movimento cada vez mais forte de nacionalismo para unir o povo branco que mora no brasil, Portugueses, Italianos, Alemães, Polocos e eslavos. Infelizmente como foi dito… O que tem qualquer tipo de sentimento de inferioridade sucumbiram ao mal sionista… que quer divir nossa raça… que quer nos desunir.. A beleza da nossa raça e a sua variedade amigos… eu mesmo sou bem claro de cabelos cas escuros e olhos castanhos claros esverdiados.. me considero o tipo mais puro caucasiano… Quem tenta criar um idealidade do tipo nordico como biotipo branco se engana… Sucumbi a falacia sionista… a pureza nordica é A PUREZA NORDICA… NÃO BRANCA!! LEMBREM-SE DISSO…

Viva a Luta!

14/88

Comentar por Helder

FILHA DA PUTA! FODA-SE A BOMBA ATOMICA A AR-15 A FLAK QUE HOMEM BRANCO CRIOU… MAS TAMBEM CRIOU TUDO QUE VC ESTÁ VENDO ATÉ AS IDEIAS NA SUA CABEÇA. SÓ PELA PREVENÇAO DA MALARIA (INVENÇÃO BRANCA TBM) O O HOMEM BRANCO PODERIA FAZER O QUE QUISESSE!!! PORQUE TEM DIREITO DISSO!!! PORQUE CRIOU TUDO DE BOM NO MUNDO!!! SEU MERDA ESQUERDISTA!

Comentar por Helder

Tenho orgulho de dizer a todos vocês que todos aqui não passam de um monte de merda. Fodam-se seus idiotas, vão se ferrar. Espero que haja um choque de civilização a ponto de não sobrar nenhum de vocês. Espero mesmo.

Comentar por Santos

Não vou estranhar se mais cedo ou mais tarde começarem aparecer muito e muitos brancos sendo mortos. Aos poucos, todos estão despertando para essa nova onda nazista. Sabemos do que foram capazes, só que dessa vez não vamos esperar a história se repetir. A reação será fulminante e não sobrará nazistas ou facistas. Terei o prazer de fazer minha parte. Nós também estamos nos organizando. Ass.: ANTIFA.

Comentar por Santos

Verás, filho da puta das favelas, quem é que morre primeiro. Coisas como tu nem humanas são. Não merecem direitos humanos. A partir daí, tentem deter-nos e sofrerão a devida acção de limpeza, a bem da higiene pública.

Comentar por Márcio




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