Triunfo da Vontade
Dezembro 19, 2006, 10:11 pm
Filed under: Ligações Amigas

Incapaz de cruzar os braços, qual mero observador, perante um Mundo em Ruinas, movido pelo fogo da Vontade, o meu amigo Rodrigo Nunes, animador do encerrado Batalha Final, aquele que foi indubitavelmente um dos melhores sítios de análise político-cultural que existiu na rede de blogues nacionais, regressou à blogosfera!  

É verdade, um regresso em cheio, em jeito de prenda de natal antecipada, e que promete bastante, obsequiando-nos, desde logo, com um texto de Ramón Bau sobre Wagner e a “Vontade de Poder”, ou como este influenciou a estruturação filosófica do seu discípulo, Nietzsche.

Bem hajas Rodrigo!



Prenda para um natal radical
Dezembro 19, 2006, 8:10 pm
Filed under: Em foco

   

Em plena época natalícia, quem seria a alminha caridosa que poderia oferecer esta t-shirt dos Fraction, banda francesa de rock identitário, ao vosso amigo Arqueofuturista?  

Certo, já sei que o dinheiro não abunda, que o Sócrates nos prometeu a lua e enquanto a olhavamos ele foi-nos à carteira, como tal, bem consciente disso me resigno, aconselhando-vos a comprarem uma para vós próprios neste sítio.



Mitologia Lusitana
Dezembro 19, 2006, 7:55 pm
Filed under: Raízes

Atégina – Deusa Tripla: da Natureza, da Cura e Infernal. Identificada pelos romanos por Prosepina, daí ser considerada mais tarde, de Deusa Infernal, que desaparece no Submundo para depois renascer. Deusa de Turóbriga (Betúria Céltica), sede do seu culto, provém do céltico Ate- (irlandês antigo Aith) e gena, que significa Renascida , sendo uma Deusa da fertilidade e dos frutos da terra, que renascem todos os anos, portanto ligada à Terra e ao Renascimento. Era-lhe também prestado um culto devotio, que consistia em invocar, através de certas fórmulas, divindades para prejudicar alguém (da simples praga até à morte). Era, contudo, também Deusa Curadora, como comprovam muitas inscrições. Tal como Endovélico, poderá ter sido a divindade principal de uma Trindade, a sul do Tejo, juntamente com um Arenito (Deus da Força) e de Quangeio(?) (Deus da Fertilidade).  

Ares Lusitani – Deus adorado a Norte do Tejo. Os Lusitanos, segundo Tito Lívio e Estrabão, sacrificavam um bode e cavalos de guerra. É possível que exista uma estreita analogia entre a iniciação cavaleiresca e a simbólica do cavalo como veículo da demanda espiritual. Neste sentido, o cavalo era o símbolo do guerreiro, daquele que se eleva ao céu pelo seu triunfo ou pelo seu sacrifício.  Continuar a ler