Do crepúsculo à aurora: síntese de uma Visão do Mundo
Novembro 14, 2006, 11:49 pm
Filed under: Fala Guillaume Faye

Nunca, desde a queda do Império Romano, viveu a Europa uma situação tão dramática. Enfrenta a maior ameaça da sua História e não o sabe ou, pior ainda, recusa vê-la.Os europeus são invadidos, ocupados e colonizados por povos do Sul e pelo Islão de maneira rápida e maciça. Também estão, e por sua exclusiva culpa, sujeitos à ascendência dos Estados Unidos, que com eles travam uma impiedosa guerra económica. Sem esquecer a derrocada demográfica: falta de renovação das gerações e envelhecimento generalizado. Estão castrados pelas ideologias decadentes e niilistas, ornamentados com um optimismo artificial, vítimas de uma regressão da cultura e da educação pelo primitivismo e pelo materialismo. A Europa é o doente do mundo. E as classes políticas, bem como os escóis intelectuais, são os colaboradores desse suicídio étnico. A tese que defendo é de que não se trata de uma «imigração» mas de uma colonização e de uma invasão, as quais estão prestes a modificar o fundo biológico e etnocultural da Europa; mas, também, que não se deve ceder ao desespero, que os combates apenas começaram, que os povos da mesma origem se devem unir.

1. A DESTRUIÇÃO DO ALICERCE ETNOBIOLÓGICO

O balanço demográfico da invasão alógena da França e da Europa é aterrador. Um demógrafo reconhecia num livro recente, ‘La France Africaine’, que se nada mudar, em 2040 mais de 50% da população será negra ou árabe. Já, na França e na Bélgica, 25% dos colegiais não são de origem europeia, e mais de 30% entre as crianças de mama. Actualmente, em França, em 61 milhões de habitantes, contam-se largamente mais de 10 milhões de pessoas de origem extra-europeia, em crescimento constante, com natalidade bem superior à dos autóctones. Em cada ano, 100.000 não europeus são naturalizados franceses e 300.000 alógenos, os quais, sendo a maioria clandestina, penetram em França, cujas fronteiras já não são protegidas. A situação é a mesma em toda a Europa, e estes factos talvez anunciem o fim de uma civilização comum. Evidentemente, as classes dirigentes fingem nada ver.

Além disso, matematicamente, a raça branca declina no mundo inteiro, incluindo nos EUA. Diz-se que a superioridade tecnológica atenuará isso, mas não creio: não há riquezas senão nos homens. Uma civilização é fundada sobre o que os romanos chamavam o «gérmen», quer dizer, o alicerce etnobiológico, as raízes da árvore que alimentam a cultura e a civilização.

Esta invasão étnica maciça foi, em França e na Europa, voluntariamente provocada, a partir dos anos 60, pelo laxismo dos políticos de esquerda e de direita, poluídos pelas ideias trotskistas e marxistas, pela cupidez de um patronato ávido de mão de obra barata, pela influência dos intelectuais judeus que exigiam uma «sociedade multirracial», pelo imperativo da religião dos direitos do homem, cujas raízes derivam da laicização da moral Cristã.

Estes «colaboradores da invasão», em França e na Europa, instauraram uma verdadeira preferência estrangeira em detrimento dos cidadãos autóctones: poucos imigrados clandestinos são expulsos, beneficiando de numerosas vantagens sociais e privilégios de toda a espécie; devido ao «imperativo anti-racista», não são punidos e são frequentemente protegidos por leis discriminatórias, se bem que a sua presença tenha feito explodir a criminalidade em proporções colossais (mais de 1.000% em cinquenta anos).

Somos invadidos tanto pelas maternidades como pelas fronteiras porosas. A imigração, aliada ao declínio demográfico, será também para a Europa Ocidental um desastre económico. O custo dessa imigração foi avaliado em 140 mil milhões de euros por ano em França, além do custo da insegurança e das numerosas ajudas sociais pagas aos imigrantes, mesmo que ilegais. Tal funciona como uma bomba aspirante. É melhor ser um clandestino desempregado na Europa do que trabalhar no terceiro mundo. Os quadros e os criadores expatriam-se, principalmente para os EUA, substituídos por populações não qualificadas vindas de África, que são bocas a alimentar e não braços e cérebros.

Estes factos, acrescentados ao envelhecimento da população, significam que no século XXI a economia europeia se arrisca a tornar-se «terceiro mundista» e de soçobrar numa inelutável depressão.
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Novembro 14, 2006, 10:52 pm
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