Biopolítica
Novembro 2, 2006, 6:35 pm
Filed under: Em foco

Juntamente com a defesa das etnias e das culturas europeias, a ecologia deve estar no centro das nossa preocupações primárias. Com efeito, proteger o sangue, bastante fragilizado, das nossas velhas estirpes europeias, as nossas tradições, os nossos locais históricos, o nosso ar, a nossa água, as nossas florestas, a nossa flora, a nosa fauna, não é também isso defender tudo aquilo que nós somos enquanto povo enraizado num dado território?         

 Evocar a problemática da ecologia (onde bastantes dramas nos esperam), é antes de mais refectir sobre o lugar do Homem no Planeta. Deverá ele continuar de acordo com a via Bíblica, isto é, o Homem separado da natureza da qual ele desconfia e procura submeter aos seus imperativos («Ide e submetei a natureza», diz a Bíblia)?  

É inútil dizer que essa não é a nossa “filosofia”, pois a violação continua das leis da natureza vai nos conduzir ao pagamento de um preço muito elevado. Para o nosso povo, o povo das fontes e das florestas (não do deserto), o Homem não é senão mais um elemento entre os outros seres vivos (árvores, animais, etc…), e mesmo sendo o mais dotado, nós não julgamos que isso lhe dê o direito de eliminar os outros componentes do mundo e de destruir os seus ambientes próprios. Complementares sim, superiores não!
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Em comunhão com a natureza
Novembro 2, 2006, 6:30 pm
Filed under: Em foco

Ontem, feriado nacional, tendo como palco o Monte da Lua, vulgo Serra de Sintra, aproveitei para, na companhia de alguns bons companheiros de luta, fazer algo simples, saudável, nada dispendioso e que, pelo contrário, nos premeia com a possibilidade de, no seu intrínseco sossego, podermos chalrar alegremente e reflectir ao som dos pássaros e do suave e acolhedor barulho das árvores; refiro-me, claro está, a uma caminhada, ou, em abono da verdade, a um passeio, já que não o fizemos por outro motivo que não a demanda em estarmos em plena comunhão com a natureza. Sentir a terra, as suas vibrações como disse um companheiro, escutar a voz da natureza, é indubitavelmente uma tremenda experiência da qual nunca me canso e, muito pelo contrário, redobra sempre a minha vontade de  fazer este tipo de actividades com maior frequência, libertando-me do antro poluido das cidades e, francamente, de uma certa paisagem humana cada vez menos suportável. 

Enfim, uma jornada bem passada e que como não pode deixar de ser terá continuação.