Uma sinfonia espanhola
Outubro 22, 2006, 12:13 pm
Filed under: Fala Guillaume Faye

Imigração mal controlada? Trabalhadores estrangeiros em excesso? Nascimentos descontrolados e “simpatia” de uma sociedade multirracial numa “aldeia global” planetária cosmopolita e pacificada pela Internet? Não. Isso são sonhos angélicos de intelectuais sem cultura histórica, sem memória, sem realismo, sem presciência. Colonização populacional e estratégia de ocupação definitiva da Europa Ocidental pelas massas do Sul e do Oriente, na sua maioria muçulmanas: aí está aquilo em que vivemos. E não o viveremos pacificamente. 

Os números são alucinantes. Três, apenas: 25% dos habitantes entre os 5-20 anos na França são já de origem não-europeia. Em 2010, o Islão será a primeira religião praticada no Hexágono. 75% dos actos de delinquência violenta em 1998 foram praticados Magrebinos ou por Africanos negros. Fontes discretas; INSEE e Ministério do Interior. Estas informações, os meios de comunicação social escondem-as com cuidado e as estatísticas quebram o termómetro. Mas o espectáculo da rua informa o povo sobre o que se lhe procura esconder. A invasão realiza-se tanto pelas maternidades como pelas fronteiras abertas. De resto, a direita frouxa e a esquerda louca falam de “fantasmas” quando se evoca a realidade. Elas Minimizam, elas interpretam, elas tranquilizam. Como um mau médico que diz a um canceroso que ele sofre de um resfriado passageiro. Ora, são as balelas que são passageiras. 

Os peritos e os ideólogos, quer sejam integracionistas ou Comunitaristas, de direita ou de esquerda, procuram tranquilizar, racionalizar “tudo passar-se-á bem, nós não seremos submergidos, viva a sociedade pluri-étnica descontraída”. A cegueira é total. A implacável lógica demográfica realiza rapidamente a sua obra matemática. Tal como a vontade de nos conquistar, frequentemente confessada pelos seus autores mas ignorada pela opinião pública. 

Muitos líderes árabes e muçulmanos, quer estejam instalados na Europa ou no estrangeiro, desejam e planificam estrategicamente a colonização irremediável e a ocupação definitiva das nossas nações. Alguns falam mesmo de “guerra santa” (Djihad) na Europa. É uma vingança, uma resposta às Cruzadas e ao colonialismo europeu. Mas adivinha-se igualmente a expressão da nova vontade de poder do Islão, associada a um ressentimento étnico implícito. Os outros povos do Sul e do Oriente precipitam-se na brecha. Palavra de ordem mundial: a Europa deve ser conquistada! Continuar a ler