O povo Kalash, antevisão do futuro dos europeus
Setembro 22, 2006, 11:57 am
Filed under: Em foco

Envolto pelas majestosas montanhas do Hindu Kush, no Paquistão, vive um povo tão antigo como a história, um povo étnica e culturalmente distinto dos povos da região e que deu lugar a teses diversas sobre a sua remota origem, sendo a lenda que refere terem sido os soldados das legiões de Alexandre da Macedónia os progenitores dos Kalash quiçá a mais próxima da realidade.  

Não contando actualmente com mais de três mil membros a tribo Kalash, apelidados inapropriadamente pelos povos seus vizinhos de kafir Kalash (termo de origem árabe que significa descrentes, que escondem, negam, a verdade), são detentores de um idioma próprio, muito semelhante ao sânscrito e com abundantes influências gregas, praticantes de uma religião ancestral pagã com raízes no culto védico, o que lhes tem valido a violenta hostilidade dos prosélitos da “religião da paz e da tolerância”, os kalash são porventura os derradeiros “europeus” na Ásia.   

Como se não bastasse a já referida hostilidade dos povos vizinhos, a acelarada desflorestação posta em prática pela administração central implicou drásticas mudanças nos hábitos e tradições ancestrais de vida dos kalash, tão próximos da natureza. A acrescentar a isto, o governo paquistanês viu nos kalash uma atracção para o turismo e, consequentemente, uma extraordinária fonte de receitas, o que veio não só desrespeitar os locais sagrados dos kalash como também e acima de tudo perigar a própria existência do povo kalash, enquanto comunidade étnico-cultural específica, não obstante os esforços preservacionistas de associaçõs culturais gregas e de voluntários europeus que procuram estudar e auxiliar os kalash na defesa da sua singulariedade.
 

Com base no exemplo dos kalash, ocorre um pensamento inevitável: Será este o destino dos povos europeus? Estarão, a médio longo prazo, os povos europeus confinados a reservas, vulgo centros turísticos, como actualmente se encontram os kalash? A fatal marcha do povo irmão kalash em direcção à extinção é um alerta, é um aviso, mas ainda mais um grito de revolta que a todos deve impelir à resistência face ao “Sistema de matar os povos”, designado por Guillaume Faye, esse sistema mundialista, uniformizador e, por conseguinte, etnocida.


12 comentários so far
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Sistema esse do qual o Islão constitui uma das versões.

De um modo ou doutro, urge exaltar o exemplo dos Kalash que se mantém leais aos seus antigos Deuses e ao seu sangue.

Comentar por Caturo

Sem dúvida Caro Caturo, o islão é uma ideologia universalista e totalitária e os kalash bem o sabem: ou se convertem à palavra do profeta ou desaparecem num banho de sangue.

Comentar por arqueofuturista

É dificil a situación dos Kalash, mais nos os europeos temos que loitar pola nosa identidade e especificidade etno-cultural, que unicamente pódese defender contra o universalismo americano-occidental co seu igualitarismo económico, e contra o totalitarismo do islam e o seu igualitarismo relixioso.

Fortes saudos aos amigos arqueofuturistas do Portugal desde España.

Comentar por Europeo

Sem dúvida Amigo Europeu, os kalash são apenas um exemplo do que nos poderá acontecer, a nós europeus, se não resistirmos ao processo de etnocídio posto em march por esses dois totalitarismos universalistas, que são o ocidentalismo ( a anti-europa) e o islão.

Saudações afectuosas aos irmãos peninsulares.

Comentar por arqueofuturista

muito muito interessante! nao imaginava que isto fosse possivel!
Alguem sabe se esses kalash ja foram analisados geneticamente?
Têm alguma mistura com esses povos asiaticos ou mantiveram-se sem misturas?
Não sei se tem muitos loiros, mas pelas fotos só vejo 2 loiras e isso faz-me crer que estes kalash estao quase iguais aos antigos gregos, nao sofreram quase misturas nenhumas, ao contrario dos gregos que ficaram na Grécia que levaram com muita mistura moura, arabe e turca e viu a sua antiga taxa de 30% de loirismo da antiga grécia descer para valores muito baixos actualmente.
Gostava de saber mais informações, a serem realmente mais puros que os actuais gregos, poderemos “ressuscitar” a etnia da Grécia Antiga.

Comentar por Zagas

Caro Zagas, creio que está a ser um tanto injusto com os gregos, já que como povo orgulhoso que é e bem enraizado nas suas milenares tradições, os gregos pouco sangue turco assimilaram aquando da ocupação otomana. Alinhar pelo historicamente correcto em relação aos gregos é o mesmo que aceitar a propaganda historiográfica de esquerda de que os portugueses têm sangue árabe a correr nas suas veias.

Já quanto aos kalash, enfim, apenas o posso aconselhar a pesquisar na internet mais informação sobre este povo resistente de modo a satisfazer as suas dúvidas e curiosidades, já que não disponho de muitas mais informações do que aquelas aqui prestadas.

Comentar por arqueofuturista

tenho falado com varios racialistas e as coisas não sao como pensas. De facto os Gregos actuais sao muito diferentes dos antigos Gregos.
Na Grécia antiga havia muitos loiros, a % era de 30%, hoje ha muito poucos.
Os haplogrupos tambem indicam grandes misturas nao so da parte dos Turcos mas de outros povos do Sul.
E isso explica o declineo da civilização Grega.

obrigado então, creio que na internet haja pouca coisa deles.

“é o mesmo que aceitar a propaganda historiográfica de esquerda de que os portugueses têm sangue árabe a correr nas suas veias.”

Temos de ser realistas, sim temos mistura arabe e moura, tantos anos de ocupaçao muçulmana e nao iriamos ter? e os haplogrupos ja revelam isso. Acho que ir pelo caminho da negação não nos leva a nada, devemos encarar a realidade.

Comentar por Zagas

Caro Zagas, pessoalmente não considero de grande importância no combate de resistência europeia o mesurar de percentagens de loiros ou não-loiros existentes na população europeia, até porque que essa tendência obssessiva pelos loiros, oriunda do nordicismo mais bacoco, não contribui em nada para o acima mencionado combate.

O racialismo enquanto ciência está em permanente mutação pelas descobertas realizadas por outras disciplinas cientificas e devemos ter sempre um olhar crítico no que se refere às fontes que consultamos. Os racialistas dos anos 30 e 40 do século passado são um bom exemplo da sua escassa plausibilidade. Já os racialistas da actualidade, enfim, poucos percebem efectivamente daquilo que falam.

Quanto à sua afirmação final, de que nós, portugueses, temos sangue árabe, pois bem, é algo pouco plausível, tendo por base a história, além de que os dados que possuo apontam exactamente no sentido contrário, isto é, de que o sangue não-europeu em Portugal é residual e facilmente localizável em zonas muito concretas do país.

Por fim, mesmo que isso fosse verdade, nada impede que nós defendamos a homogeneidade etno-cultural, até porque bem sabemos ao que conduz o multiculturalismo, a atestar pelo Brasil e demais países onde existe um acentuado caldo étnico.

Comentar por arqueofuturista

“a atestar pelo Brasil e demais países onde existe um acentuado caldo étnico.”

E adivinha quem trouxe o tal caldo étnico para o Brasil?

Comentar por Eldridge Cleaver

já agora os antigos e muito intelegentes gregos eram vikings… vá la nunca ninguém viu aquela bela mulher morena pintada num antigo vazo minoíco,os loiros que actualmente se encontram na grécia são descendentes de antigos bárbaros do norte burros e incultos sem queda para e criatevidade e inovação mais os antigos romanos cujo a força intelectual se baseava numa grande comunidade de pele morena e cabelo preto, portanto tipicamente mediterranica,foram destruidos por os barbaros do norte quantitativamente superiores os barbaros puseram fim as duas maiores civilizações que o mundo já viu somente para poderem roubar , mas não sepreocupem ainda há muitos genes dos antigos atlantes por aí na sua mais pura forma,este pequeno auge nórdico não durará mais 20 anos,nós os mediterranicos voltaremos a erguer nos e a liderar…. há e já agora esses kalashes teem émuito aspecto de mercenários eslavos que terão lutado ao lado dos gregos

Comentar por herón de leiria

Primeiro ponto, deverás iniciar um curso intensivo de português.

Segundo ponto, denoto algum sentimento de inferioridade nas tuas palavras em relação às pessoas de tez alba, olhos azuis e cabelo cor do sol. Isso não é saudável.

Eu tenho olho castanho e cabelo castanho e não vivo minimamente atormentado com purismos raciais, mas curiosamente são aqueles que denunciam esses purismo quem mais cai na armadilha dos purismos e do ódio ao outro.

De resto, tudo o que escreveste está incorrecto. Roma só caiu devido a ter permitido que a sua administração fosse penetrada por indíviduos oriundos de outros povos, que as suas legiões fossem compostas por mercenários estrangeiros, que a sua religião nacional-étnica fosse gradualmente substituída por crenças forâneas, ou por outras palavras, Roma caiu porque permitiu no seu seio que influências alógenas contaminassem o seu corpo e o corroesse desde dentro.

Um conselho, além de português, dedica-te um pouco mais à leitura da História.

Comentar por arqueofuturista

olá amigos godtei muito do assunto sobre os kalask.
se tiverem mais sobre o assunto poderiam me enviar p/o facebook.
Procure P/: jorge eduardo no facebook

Comentar por jorge eduardo




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