A Rússia desperta!
Setembro 14, 2006, 9:37 pm
Filed under: Em foco

Esta reportagem foi enviada por um correspondente russo e demonstra de forma bem elucidativa quão explosiva é a situação na Federação Russa, a qual se vê envolvida num intrincado cenário de pré-guerra civil em numerosas das suas regiões administrativas, uma vez que a população russa, a qual ainda preserva os seus instintos ancestrais de fidelidade à estirpe e ao solo sagrado legado pelos antepassados, demonstra estar saturada das políticas de ocidentalização forçada impostas por Putin, o qual, na esteira dos seus congéneres da outra ponta da Europa, parece preocupar-se mais em agradar a estrangeiros do que responder às necessidades, inquietações e desejos da sua própria população. Que desperte o Gigante Russo e que faça ecoar o seu grito de revolta por todo o Continente Europeu.  

Quando Elias Lönnrot escreveu o Kalevala – um poema épico em forma de compilação do folclore popular Fino-Careliano – no século XIX, não tinha ideia de que no século XXI teriam lugar outros tipos de conflitos épicos no solo da Carélia. Kondopga – uma entre outras cidades na província russa – era um localidade calma e pacífica até que uns quantos visitantes inesperados chegaram nos anos 90, particularmente “refugiados” de Chechénia e de outras repúblicas caucasianas (alguns deles antigos guerilheiros). Com eles trouxeram o crime, a corrupção e o terror para a anteriormente sossegada Carélia. Rapidamente todo o negócio criminoso local fico sob o seu controlo, sendo a administração corrupta da cidade subornada. Os crentes de confissão islâmica uniram-se numa comunidade sob o departamento espiritual dos muçulmanos de Caréila, tendo à cabeça Visam Ali Bardvil, que tentou construir a primeira mesquita no solo sagrado do Kalevala. Os modos comportamentais destes recém-chegados está longe da maneira com que “pobres refugiados” se devem comportar. Aggressivos e insolentes, eles aterrorizam os jovens russos nas ruas. Os russos ouvem das bocas deles frases como estas; “esta terra será nossa “; “vocês serão os nossos escravos”, “vocês não passam de russos nojentos”.

Os russos foram tolerantes, até que… A 30 de Agosto do presente ano, um grupo de russos estavam sentados num restaurante pertencente a um “homem de negócios” checheno de nome Imanov, que é na verdade o senhor da cidade de Kondopga. Ocorreu um conflito com o segurança do café. O segurança do checheno não gostou do que os russos disseram sobre o seu patrão. Depois de ter conhecido o impacto dos punhos russos, este chamou os amigos da diáspora chechena para o ajudarem. Um grupo de chechenos armados com facas e bastões de baseball entraram dentro do restaurante e atacou, aos gritos de Allah akbar!” os russos desarmados que ali se encontravam. Três russos foram mortos, cinco ficaram feridos.

No dia 1 de Setembro tiveram lugar os funerais das vitimas. Polícias de choque vindos de todas as regiões de Carélia concentraram-se em Kondopga para impedir a revolta da população. Porém, nessa noite de 1 de Setembro uma multidão de russos enfurecidos atacou o restaurante “Tchaika” (gaivota) onde os rapazes foram mortos. Somente a unidade especial das polícias anti-motim conseguiram travar a fúria dos revoltosos, tendo sido algumas pessoas detidas. A 2 de Setembro centenas de pessoas concentraram-se no centro da cidade, exigindo que os pretensos “refugiados” fossem expulsos da cidade. Várias organizações nacionalistas russas (NBP e DPNI) juntaram seus correligionários. Na noite desse dia deram-se os motins e as lojas e os restaurantes pertencentes a chechenos foram queimados e destruidos. Estes motins foram somente controlados pela polícia OMON, um corpo especial preparado para este tipo de situações. Centenas de russos foram parar à prisão. A reacção dos meios de comunicação foi a habitual: “russos embriagados atacam os pacíficos chechenos” ou “os pogroms realizados pelos jovens nacionalistas russos foram travados eficazmente pela polícia” e assim por adiante.

Guillaume Faye escreve que a guerra civil étnica está para breve na Europa, sendo os motins árabes em Paris os primeiros sinais da mesma.  Aqui, na Rússia, nós iremos conhecê-la mais cedo. Não nos conseguirão parar. A resistência nacional está em marcha.



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