Crianças de três anos de idade podem ser racistas!
Agosto 24, 2006, 6:08 pm
Filed under: Em foco

Na edição de 7 de maio do presente ano noticiava o jornal britânico The Independent que de acordo com Herman Ouseley, promotor de uma campanha pela igualdade racial, as crianças com a idade de três anos já são racistas, dado serem capazes de categorizar as pessoas em função da origem racial. Logo, aconselha o arauto do multiculturalismo que as crianças devem «desde o primeiro dia começar a interagir com outras crianças de distintas etnias a fim de as ajudar a “desaprender” quaisquer atitudes racistas que eventualmente tenham aprendido». 

Ora, a mensagem que o biltre instigador da auto-flagelação étnica nos trasmite é que as crianças, os nossos filhos, devem, desde a mais tenra idade, ser mentalmente formatadas de maneira a não expressarem qualquer indício de que são resultado de uma identidade única, detentoras de uma especificidade biológica singular, da qual não devem nem podem esboçar o menor gesto de afirmação individual de pertença a um colectivo ou sequer um acto natural e instintivo de diferenciação em relação a outrém. O terrífico 1984 de George Orwell é um conto infantil quando comparado com esta demência destruidora dos povos e das culturas. 

Numa sociedade em que se glorificam músicos toxicodependentes, em que se celebra a prostituição na forma de “amor livre”, em que se enaltece a cobardia mascarada de pacifismo, em que se vangloria o individualismo, em que se louva pervertidos sexuais, em que homenageia artistas sem talento, em que se deifica a outras etnias e culturas em detrimento da nossa, não é de estranhar que tais declarações, mesmo tão aberrantes, sejam proferidas.  

Podem tentar, e certamente muitas mais investidas dos prosélitos do multiculturalismo se seguirão, manipular a natureza humana, porém, tal como muito correctamente explica o Professor J.P. Rushton em Ethnic nationalism, evolutionary psychology, and genetic similarity theory, capítulo da sua interessantissima obra Nations and Nationalism, a diferenciação racial é parte de um processo biológico assente em factores genéticos. Aprender a não ter consciência da sua identidade etno-cultural será qualquer coisa como aprender a não ser heterossexual. Simplesmente é algo impossível e sobejamente perigoso tentar inverter as leis naturais da vida. Uma criança que diferencia, que escolhe, que demonstra preferência, está obviamente a fazer o que é natural em todos nós.


2 comentários so far
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Já não são campos de reeducação, pede-se a formatação desde o berço, ainda chegaremos ao ponto em que nos arriscamos a ficar sem os nossos filhos se nos sair uma tirada contra o multiculturalismo, serão entregues ao Estado para que este os eduque convenientemente.

Comentar por Rodrigo

lol..o meu irmão de 6 anos já nem quer ir às praias aqui a linha, pois já viu que os negros e ciganos causam péssimo ambiente por lá… E nunca ouviu falar de racismos nem coisas desse género.

Comentar por Vera




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