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Com praticamente uma semana de atraso, o trabalho assim obriga, eis que, com algum cansaço, mas mais sereno, consigo finalmente tecer algumas impressões sobre um grande acto identitário.
No passado sábado, dia 23 de Fevereiro, a associação Causa Identitária realizou a sua II Conferência Internacional, a qual demonstra claramente a vitalidade e enorme empenho deste colectivo na renovação ideológica que tanta falta faz ao nosso país, enfiado está na pasmaceira mental, no conformismo canino, no carneirismo seguidista das verdades-feitas. No dia 23 a CI fez História, doa a quem doer, em particular aos arautos da desgraça, vaticinadores equivocados de finais antecipados, cegos estão pelas suas obsessões maníaco-depressivas. Mesmo as manobras mais reles e reveladoras de uma sevandija asquerosa para com a minha pessoa e por extensão para com a própria associação foram ineficazes e absolutamente inócuas face ao assombroso sucesso obtido com esta conferência, uma conferência que deixou bem vincado que o ideal identitário é indiscutivelmente a única alternativa face ao sistema obliterador dos povos, aliás, algo que o companheiro de luta Carlos Branco, dirigente do MPP, deixou amplamente patente.
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Por manifesta escassez de tempo não tenho conseguido publicar tanto quanto gostaria e seria desejável, afinal muitos são os assuntos que merecem uma devida menção, outros uma merecida denúncia, mas existe um que é absolutamente incontornável, ou para ser mais concreto, a questão do Kosovo, província pertencente à República da Sérvia, que declarou unilateralmente a sua independência há alguns dias, e que contou com o despudorado apoio da hiperpotência, os EUA, estado que há muito colocou em prática uma guerra não-declarada contra a Europa, tal como o francês Alexandre Del Valle muito fundamentadamente demonstrou com a obra «Guerras contra a Europa» (Hugin Editores).
Local que esteve na origem do despoletar da I Guerra Mundial, os Balcãs continuam mergulhados numa instabilidade que se repercute invariavelmente por toda a Europa. Região geográfica que constitui desde sempre a porta de entrada dos eternos inimigos do nosso continente, os muçulmanos, foi e é ali que se encontra também a linha da frente do que resta da verdadeira Europa, uma Europa fiel a si própria, arraigada nas suas raízes e nas suas tradições, uma Europa que teima em não alinhar pela uniformização massificadora que o Ocidentalismo, esse sistema de destruir povos, procura há muito impor por todo o globo.
Sem demoras e saltando por cima dos antecedentes, o actual contencioso entre a a República da Sérvia e a mal designada, mas absolutamente infame, comunidade internacional, pode ser traçado muito sucintamente;
Por um lado existe, como referi supra, uma estratégia norte-americana de enfraquecimento fraccionamento da Europa, isto é, uma estratégia que visa impedir custe o que custar a concretização do Bloco Europeu, sob a égide, ou não, da presente União Europeia. Tal esquema ardiloso tem por ponto de partida algumas contradições existentes em solo europeu, nomeadamente a existência de comunidades etnicamente europeias, mas de confissão muçulmana, as quais actuam inequivocamente como «Cavalos de Tróia» do neo-expansionismo islamita, sendo o caso do kosovo e da Chechénia exemplos claros disso.
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Para ser breve, sou demasiado conscientemente europeu para sentir-me sob alguma forma filho espiritual de Abraão ou de Moisés, porquanto me sinto plenamente ligado a Homero, Epiteto ou à Távola Redonda. Isto significa que procuro as minhas referências em mim próprio, mais perto das minhas raÍzes e não no longínquo que me é absolutamente estranho. O santuário onde me recolho não é o deserto, mas a floresta profunda e misteriosa das minhas origens. O meu livro sagrado não é a Bíblia mas antes a Ilíada, poema fundador da psique ocidental, que tem miraculosamente e vitoriosamente atravessado o tempo. Um poema extraído das mesmas fontes que as lendas célticas e germânicas, no qual se manifesta a espiritualidade, se nos dermos ao trabalho de decifrá-lo. Posto isto, não faço um risco sobre os séculos cristãos. A catedral de Chartres faz parte do meu universo, assim como Stonehenge ou o Partenon. Tal é, efectivamente, a herança que é necessário assumir. A história dos Europeus não é simples. Após milénios de religião indígena, o cristianismo foi-nos imposto por uma sequência de acidentes históricos. Mas também ele mesmo foi transformado em parte, “barbarizado” pelos nossos antepassados, os Bárbaros, Francos e outro. Frequentemente foi vivido como uma transposição dos antigos cultos. (mais…)
Por Arnaud (Via JI Grenoble)
Estilo de música surgido no início dos anos 90 na Sérvia, o Turbo Folk é um exemplo de preservação da música tradicional no seio da modernidade.
O turbo Folk é o termo genérico para definir essa música que combina melodias e cantos tradicionais sérvios a ritmos mais rápidos que se podem encontrar no Pop ou o Techno. Esta mistura de modernidade (“Turbo”) e de tradição (“Folk”) criou uma música com um estilo específico que se encontra apenas nos Balcãs. Este estilo musical tem particular influência na Sérvia, Macedónia e Montenegro. Verdadeira alternativa à música sem alma que se dança habitualmente nas discotecas, as letras do Turbo Folk podem igualmente falar tanto de amor, como de melancolia, de história ou do nacionalismo….
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Arquivado em: Em foco
Gianluca Iannone, incansável activista italiano. Candidato nas últimas legislativas pelo partido Fiamma Tricolore. Dirigente da Casa Pound, um edíficio ocupado que visa garantir um tecto a um substancial número de famílias que os sucessivos governos italianos desprezaram porque essas famílias não se inserem na categoria de imigrantes, logo sem direito a qualquer gesto humanitário. Impulsionador da iniciativa O.S.A. (occupazioni a scopo abitativo) Coordenador do projecto “Mutuo Sociale”. Vocalista do grupo musical identitário ZetaZeroAlfa.
Gianluca Iannone será um dos oradores na II Conferência Internacional da Causa Identitária.














