Um cidadão britânico, membro do partido identitário British National Party, foi condenado pelo acto de discriminação racial contra uma mulher asiática, não obstante o tribunal não ter conseguido saber quem era a vítima e quais as palavras injuriosas que Robert McGlynn terá alegadamente proferido.
A queixa contra McGlynn foi apresentada por Lydia Rees, a quem o departamento de polícia da Gales do Sul obsequiou com o prémio ‘comunidade segura’ pelo seu serviço de delação.
Na sessão de julgamento Lydia Rees declarou que viu McGlynn a gritar para uma mulher vestida com um traje tradicional, parecendo-lhe ter ouvido “puta paquistanesa” e “Sieg Heil”, acrescentando no entanto que não pode assegurar que foram essas as palavras que teria ouvido.
McGlynn, que não prestou declarações aquando da sua detenção, declarou em tribunal que tudo isto era um tremendo engano, uma vez que jamais terá proferido tais palavras. Porém, o colectivo de juizes concluiu que a não colaboração de McGlynn em prestar declarações na esquadra de polícia apenas demonstrava a sua culpabilidade. Desta forma Robert McGlyn foi condenado a pagar uma multa de £200 pelo acto de drisciminação racial agravada, mais £200 pelas despesas de tribunal.
Não deixa de ser bizarro, caso paradigmático nos anais da justiça multiculturalista, que se condene uma pessoa por um crime cuja a alegada vítima não tenha sido jamais identificada, uma vítima que se desconhece o rosto, o nome e o domicílio, e não se sabendo sequer que palavras criminosas terão sido pronunciadas pelo inqualificável-pior-que-um-terrorista-islâmico cidadão de Sua Majestade, mais gritante ainda quando isto se passa num país em que se permite que mullahs raivosos lançem invectivas contra os nobres valores europeus.
Fonte: Timesonline
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