Fim
Dezembro 21, 2008, 9:39 pm
Filed under: Em foco

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«Louco é aquele que insiste em fazer a mesma coisa e aguarda resultados diferentes.»

A verdade insofismável contida na frase acima presente contribuiu para a tomada de uma decisão; acabar com este blog. A escassez de tempo aliada a uma certa saturação levam-me a decretar o óbito deste blog, um blog que durante mais de 2 anos serviu para expressar não somente opiniões pessoais, mas em idêntica forma para modestamente dar a conhecer o pensamento de Guillaume Faye, autor, diga-se, que é o inspirador do nome deste espaço. Simultaneamente este blog também foi uma trincheira identitária, isto é, através das suas páginas foi possível ir difundido amiúde as ideias do ideal identitário, transformando-se, de acordo com alguns leitores, numa espécie de bomba de oxigénio intelectual face à mediocridade reinante na chamada área nacional, área essa, refira-se, que o autor deste blogue gradualmente se foi afastando e que encara a mesma como uma autêntica pocilga onde a imbecilidade é a norma, em que a maledicência reina e a intriga impera.

Com o fecho deste blog não dou por terminado o combate, de forma alguma, isso seria uma vitória para os imigracionistas, os colaboracionistas da invasão da Europa, bem como para aqueles que, à guisa de exemplo, ainda recentemente num encontro de blogs que roçou ao ridículo (estiveram presentes apenas 4 bloggers), passaram boa parte do tempo a tecer anátemas contra mim, num exercício que prova a quão miserável se consegue descer. Além da ausência de outras virtudes a frontalidade sempre foi um conceito estranho ao Duarte.

Não posso deixar também de observar o nascimento de uma plêiade de grupos e grupúsculos, quais cogumelos literalmente envenenados, aspirando inclusive alguns a ser partido, mas que na realidade não passam de esbirros de um salazarismo (ou seja lá o que isso for) reciclado, onde nem faltam, atente-se, apelos a todos os portugueses de todas as raças e etnias! Bom, pelo menos não receiam o absurdo.

Resta dizer aos leitores que acompanharam este blog e o tornaram num dos blogs mais visitados, que a luta continua aqui, na internet, mas também e principalmente por outras vias, visto que, se é um facto que a internet se afigura como um instrumento excepcional para a difusão das nossas ideias, não deixa de ser verdade que a mesma acaba por criar uma realidade virtual absolutamente alheia à realidade do Zé, da Maria, do António, entre tantas outras pessoas de carne e osso que enfrentam diariamente uma multitude de problemas e que jamais encontrarão a solução para os mesmos aqui.

Não sendo um adeus mas um até já, encontraremo-nos aqui e por aí, e aproveito o ensejo para exortar a quem me lê para se tornarem activos, mais activos, envolvam-se e comprometam-se porque o tempo urge. Centrem-se no essencial e não no acessório, estabeleçam uma hierarquia de prioridades e dediquem-se ao bom combate.

Um abraço fraterno e saudações identitárias!



Convocatória
Novembro 18, 2008, 10:19 pm
Filed under: Em foco, Resistência & Reconquista

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Lembrete: genocídio na África do Sul
Novembro 16, 2008, 10:51 pm
Filed under: Em foco

Enquanto os meios de comunicação social fazem histericamente eco dos conflitos sangrentos que afligem a África Central, nomeadamente no Congo, o black-out sobre a limpeza étnica em curso de que é alvo a população branca da República Sul-Africana é total! Refira-se que a população euro descendente constituia 9,6% da população em 1994, cifrando-se actualmente nos 7,5%, uma vez que 1 500 000 africânders viram-se forçados a abandonar o país do arco-íris multicultural apregoado por mandela.

Estamos habituados a que o jornalismo nacional ignore descaradamente os recorrentes assassínios de portugueses residentes na RSA, logo, não será de todo espantoso o manto de silêncio que cobre o genocídio da população branca sul-africana.



Desistiu a Europa de lutar?
Novembro 15, 2008, 9:29 pm
Filed under: Europa

Por Rabbi Aryeh Spero

300-movie03_fcAs secularizadas e politicamente correctas elites europeias insistem na primazia das culturas e de religiões indígenas quando falam de outras longínquas regiões, contudo, demonstram uma insistente arrogância quando se trata das culturas indígenas das suas próprias terras. Por outras palavras, outros países estão empenhados em preservar o seu próprio modo de vida, enquanto o Ocidente é suposto gelatinizar-se e até mesmo negar a sua histórica forma de vida. A questão de fundo é esta: “Os europeus não têm qualquer respeito pela sua própria cultura.” A sua adoração pela abertura de espírito, não importa a que custo, está a provocar o seu desaparecimento.

Talvez, pela primeira vez na história, estamos a testemunhar a morte de uma civilização não devido a forças exteriores mais fortes militarmente, mas porque “ao invés de lutarem contra a ameaça, os europeus simplesmente desistiram, e não querem lutar.” O pacifismo na Europa é tão profundo que está para além de qualquer relutância em assumir uma acção militar, estendendo-se mesmo à negação da discussão verbal, seja com as leis ou opiniões assertivas, ou até mesmo na defesa da cultura ocidental nas conversas sociais de rotina.

Como é sabido, após a II Guerra Mundial, a Europa começou a denegrir o conceito de nacionalismo, e a extrema-esquerda impôs politicamente o internacionalismo. A lavagem cerebral dos cidadãos contra a inclinação natural dos seres humanos para serem orgulhosos e fiéis ao seu próprio país em detrimento dos outros, resultou no efeito boomerang, ou seja, chegou-se ao ponto em que os europeus já não podem sequer defender a sua própria cultura e história.



Afinal a Raça importa!
Novembro 11, 2008, 12:06 am
Filed under: Em foco

pleursobaman2zi6Xenófilos, colaboracionistas da IMinvasão e demais cambada promotora do onírico paraíso multiculturalista desdobraram-se por fazer crer que a eleição de Barack Hussein Obama seria a superação de todo os preconceitos e barreiras raciais. O empenho destes no processo de desracialização dos europeus e euro descendentes tem realmente surtido efeito se atendermos ao facto de que na actual sociedade torna-se mais aceitável, e até mesmo preferível, ser apelidado de filho da puta, do que alguma vez ser apontado como racista, derradeira heresia no índex nominativo da Ditadura do Pensamento Único.

O desaparecimento da consciência racial e a gradual deterioração dos vínculos de lealdade à comunidade etnocultural a que se pertence é indubitavelmente uma realidade entre a população europeia e mesmo no seio dos euro descendentes. Contudo, essa consciência e lealdade racial estão amplamente enraizadas em todos os povos não-europeus. O multiculturalismo somente encontra terreno fértil naquilo que se designa por Ocidente. Mesmo nos EUA, decénios após o fim do segregacionismo, depois de anos de Affirmative Action e de uma fanática promoção do melting pot, os nefastos efeitos da política de desracialização somente penetrou no tecido social e mental da comunidade branca, desprovida já em grande parte do elemento que torna as culturas e povos perenes, a saber, a consciência de si, da sua diferença e singularidade, já que as restantes comunidades étnicas residentes em solo americano apresentam um vigoroso orgulho racial.

A prova disto é que o factor racial, negado veementemente pelos prosélitos do multiculturalismo, constituiu um elemento decisório na eleição do novo Presidente dos Estados Unidos da América, tal como o provam os votos de 95% dos eleitores negros, 67% dos eleitores hispânicos e 62% dos votantes de origem asiática que votaram em Barack Hussein Obama. Apenas a ingenuidade, estupidez congénita ou manifesta má-fé poderão negar a evidência de que a população negra americana votou esmagadoramente em Obama porque este é um dos seus, ou por outras palavras, a comunidade negra mobilizou-se no apoio ao recém eleito presidente tendo por base a sua vincada consciência étnica.

À guisa de conclusão, a vitória de Obama representa a vitória do factor racial, representa a vitória daqueles que possuem uma consciência comunitária, cientes estão da sua especificidade e diferenciação. Infelizmente, entre os nossos, há quem insista em maquilhar tamanha evidência, negando-a, isto é, negando a realidade, a verdade, enfim, a própria existência, e em consequência, a dos seus semelhantes.



A estética ao serviço da ideia
Novembro 9, 2008, 11:51 am
Filed under: Em foco

ad8b2a3367a4Ao longo da História a imagem, a iconografia e a estética têm desempenhado um papel fulcral na criação, no desenvolver e, finalmente, na imposição de determinadas ideias, fossem de índole cultural, social ou mesmo política.

A área identitária não é alheia a este facto, e o seu empenho no combate gráfico tem sido desde sempre uma constante. Basta visitar, a título de exemplo, qualquer página identitária francesa para que isto se torne um facto evidente. Em Portugal, os identitários têm igualmente, sob as mais variadas formas, encetado esforços para chegar mais perto dos nossos compatriotas pela utilização permanente de uma estética inovadora, assumindo, deste modo, que numa época como a nossa, em que o reino da imagem está entranhado até nas mais ínfimas coisas, também nós devemos adaptar-nos à situação e explorá-la para proveito dos nossos ideais.

Posto isto e sem mais demoras, quero aproveitar o ensejo para recomendar a visita à página de origem Bretã Graphisme Identitaire, na qual quem desejar poderá adquirir inclusive alguns dos trabalhos aí expostos.
Outra página muito bem concebida, e cujo o poder das imagens está bem patente, dá pelo estranho nome de Police du Monde Parodique. Ninguém ficará indiferente às poderosas mensagens presentes nesse blog.

Por fim, quero granjear os leitores com a possibilidade de conhecerem parte da extensa e extraordinária obra do pintor Russo Konstantin Vasiliev, bastando para tal que descarreguem o ficheiro aqui.* Acredito sinceramente que será do agrado de todos vós.

*O ficheiro está em RAR e consome cerca de 70 MB.



O masoquismo europeu denunciado por Bruckner
Novembro 2, 2008, 9:09 pm
Filed under: Em foco

«Todo o mundo nos odeia e eles têm toda a razão: é esta a convicção da maioria dos europeus e, a fortiori, dos franceses. Desde 1945 que o nosso continente vive dominado pelo tormento e pelo arrependimento. Martirizando-se com as atrocidades do passado, as guerras constantes, as perseguições religiosas, a escravatura, o fascismo, o comunismo, a sua História não foi senão uma longa cadeia de carnificinas, o que culminou nas duas Guerras Mundiais, ou seja, num suicídio fanático. Face a este sentimento de culpa, uma elite de intelectuais e políticos entrega os seus títulos e vota-se à manutenção da chama dessa culpa, à semelhança do que fizeram os guardiães do fogo: deste modo, o ‘Ocidente’ passou a estar em dívida para com tudo o que ele não representa, a ser suspeito em todos os acontecimentos, condenado a reparar todos os males.
À medida que se vão remoendo, os países europeus esquecem-se que eles, e só eles, fizeram esforços para vencerem, reflectirem e se isentarem desta barbárie. E se o acto de contrição não fosse senão a outra face da abdicação?»

Este é um breve trecho da obra de Pascal Bruckner “O Complexo de Culpa do Ocidente” (título original: La Tyrannie de La Pénitence, Essai sur le masochisme en Occident), ora editada pelas Publicações Europa América e acessível a qualquer interessado nas livrarias de referência. Se já o havia adquirido, assim como outros livros deste autor, na sua edição original em francês, não resisti em comprá-lo em português, desta feita para uma releitura mais fácil.

Pascal Bruckner não é muito conhecido em Portugal, mesmo existindo pelo menos 6 livros deste autor traduzidos no nosso idioma, pelas mais diversas editoras nacionais, entre os quais destaco “O Remorso do Homem Branco”, publicado pela Dom Quixote em 1990, actualmente esgotado e somente possível de adquirir em um ou outro alfarrabista.

Mas quem é Pascal Bruckner? Continuar a ler




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